A História de Shinki

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A História de Shinki

Mensagem por Conta Fundadora em Sab 27 Maio 2017, 23:17

O passado



Não se sabe exatamente quando humanos e pokémon surgiram no planeta, tudo que se sabe é que desde o início dos tempos as criaturas sempre foram objeto de curiosidade da humanidade. Uns com o desejo de estudá-los a fundo, outros com o desejo de possuí-los a qualquer custo para obter poder, outros com o desejo de mostrar a beleza das criaturas.

Com o advento da tecnologia, uma esfera foi desenvolvida para poder capturar pokémon e assim qualquer um poder ter seu próprio pokémon de estimação para quaisquer que fossem os objetivos: a pokébola. Treinadores, coordenadores, criadores... as pessoas começaram a se especializar em pokémon das mais variadas formas.


A decadência



Na busca sedenta por poder os humanos descobriram que alguns pokémon eram raros e poderosos. O equilíbrio do planeta era mantido por esses seres que se mostravam somente a quem julgavam ter bom coração. O egoísmo da humanidade levou-os a caçar com fins nada altruístas esses pokémon.

Infelizmente mais e mais humanos se juntaram na caça sangrenta aos pokémon lendários que, ao se verem encurralados, tiveram que se mostrar. Pouco a pouco os lendários de cada região foram encontrados. O poder desses pokémon é inimaginável, contudo até uma divindade possui limitações.


A guerra



Os humanos não têm limites. A ambição levou-os a continuar na caça. Organizaram-se em uma equipe para juntos poderem ter controle absoluto de todos os pokémon lendários. Nem toda a humanidade apoiava esta atitude egoísta, mas esses eram poucos diante da numerosa equipe que caçava os lendários de todas as regiões. A equipe começou a forçar todos a doarem seus próprios pokémon para participarem da busca, se não o fizessem, os pokémon seriam sequestrados. A maioria dos pokémon do planeta ficou sob posse dos ambiciosos.

O poder e a tecnologia que essa equipe desenvolveu eram espetaculares. Conseguiram rastrear os lendários que resistiam à captura e foram atrás destes para capturá-los. Entretanto perante a resistência desses à submissão, a crueldade da equipe se revelou. Com a obediência dos lendários negada, a equipe decidiu se apossar de suas vidas, privando a qualquer outro a possibilidade de vê-los ou, algum dia, possuí-los. A peregrinação dos humanos em busca de poder e vingança despertou a mais antiga e poderosa divindade pokémon, que os humanos até então não haviam provas reais da existência. O pokémon chamava-se Arceus, o deus primordial, aquele que segundo as lendas criou tudo e todos.

Arceus, com sua força descomunal, acreditou poder colocar fim a sangrenta guerra entre humanos e pokémons que já perdurava por anos, ceifando diversas vidas. Dezenas de espécies de pokémon foram extintos, perdendo suas vidas em uma guerra que não queriam participar. Milhares – senão milhões – de humanos também perderam suas vidas. Os lendários, que antes mantinham o equilíbrio do planeta, agora lutavam pela própria sobrevivência e mesmo assim, um a um sucumbiam ao descanso eterno.

Presenciando o caos que o planeta estava passando, Arceus mergulha em depressão e desgosto, tornando-se um alvo mais frágil à equipe que parecia não descansar e por fim foi abatido como os demais lendários. Durante sua queda, entretanto, o Pokémon Deus ouve um canto repleto de tristeza vindo de um Lapras que, por amar tanto seu treinador e ser igualmente amado por ele, lamentava mais a morte do humano que deixava o mundo junto com último lendário. A dor do Pokémon e o amor que ele cantava deram esperanças a Arceus que sacrificou suas últimas energias para recriar o mundo e conceder uma última chance à humanidade.

Os continentes foram dizimados e tudo o que restou sobre o planeta foi uma parcela de terra. Talvez tenha sido um sinal de Arceus para a humanidade evoluir e deixar as individualidades de lado, aprendendo a viver em harmonia com os pokémon e com os outros seres.


O recomeço


Na região restante, os humanos e pokémon sobreviventes começaram a habitar e tentaram recomeçar a vida. Os pokémon se espalharam pelo continente, cada espécie para o habitat que melhor se adaptaria. Os humanos começaram a erguer residências, construir prédios, ruas e comércios. Logo cidades e vilarejos começaram a surgir, assim como era antes da grande guerra. O novo continente foi batizado de Shinki, a terra das esperanças e dos sonhos.

Como todo lugar há de haver equilíbrio para a boa convivência, um homem forte tomou para si a posição de líder e criou leis severas que permitiriam à humanidade se reerguer e não sucumbir em uma nova guerra. Ao lado desse homem, intitulado Presidente, uma classe de guerreiros surge para manter a ordem, a harmonia e as novas leis: Cadetes. Bravos homens e destemidas mulheres começaram a patrulhar todo o continente para prevenir crimes.

Como resultado da aparição do Presidente e dos cadetes por toda Shinki, várias pessoas rebelaram-se. Julgavam estar vivendo sob ditadura, visto que só cadetes poderiam portar pokémon. Aqueles que rebelaram-se tornaram-se alvo dos cadetes, que apelidaram-nos de Gangsters. Os gangsters, tendo que viver escondidos, começaram a viver de pequenos furtos de comida e dinheiro, mas nunca com objetivo de machucar algum humano ou pokémon. Entretanto, uma parcela de gangsters começou a contestar isso, dizendo que como já haviam recebido a alcunha de “gangsters” e eram tratados como criminosos, deveriam agir como tal. O grupo dividiu-se, dando origem aos Gangster Armagedon – aqueles que lutam pela liberdade, pela igualdade e pela criação de um Estado mais justo que permita a convivência pacífica entre humanos e Pokémon – e aos Gangster Apocalipse – aqueles que são cruéis por natureza, que vivem de crimes sem maiores objetivos, que prezam o respeito ao mais forte, o fim das leis e a anarquia.

A atualidade




Shinki tornou-se a residência de humanos e pokémon. Os humanos já montaram novamente toda sua civilização e dividiram trabalhos, profissões surgiram. Os pokémon vivem espalhados pelo continente e vivem em certa harmonia com os humanos, embora seu contato direto seja raro. Shinki é o continente do recomeço e é a esperança de reescrever a história da humanidade.

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