Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Página 4 de 5 Anterior  1, 2, 3, 4, 5  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Athena em Seg 04 Jul 2016, 20:48

Pensar em uma batalha era doloroso par mim. Sabia que cada vez que um dos pokemon fossem atingidos eu compartilharia sua dor.

Ser uma Xamã era isso, compartilhar os sentimentos dos pokemon. Em uma batalha eu compartilharia todos os seus sentimentos, vibraria a cada ataque bem sucedido, mas também compartilharia a dor de um golpe recebido.

A batalha devia ser evitada, mas parecia que nesse caso isso não aconteceria. Acariciei a cabeça de Absol, procurando uma solução. Ambos estávamos determinado em nossa opiniões e somente por vontade de Arceus eles mudariam a sua.

- Essa não é uma solução para o problema. A placa está no lugar onde deveria estar. Na igreja ela estaria tão protegida como aqui, com a diferença de que estaria somente a disposição dos fieis. Aqui ela está a disposição dos fieis, mas também inspira aos infiéis a uma mudança no caminho seguido. Acredito que a vontade do Altíssimo é que mais pessoas sejam esclarecidas e possam mudar se preparando para o seu retorno. Não devemos ser egoístas e guardar o conhecimento onde será difícil encontrá-lo. E embora não goste, estamos preparados para defender nossa posição.

Absol assumiu uma posição determinada ao meu lado, podia sentir que o pokemon me apoiava e estava disposta a sustentar nossa posição. Estávamos em sintonia perfeita e ela estava alerta aos movimentos ao seu redor.

Era um momento decisivo, coloquei meu coração nas mão de Arceus e elevei uma prece, para que ele me orientasse na melhor decisão a tomar. Una prece para que os pokemon fossem poupados da dor e do sofrimento, que se houvesse uma batalha, que os danos fossem mínimos. Mas, principalmente, para que eles ouvissem a voz da razão e não continuassem com essa atitude egoísta e sem sentido.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Bianca.red em Ter 05 Jul 2016, 21:41

Não estando nem um pouco animada com a ideia de ter que entrar em uma batalha pokemon, mas também não vendo muitas saídas para conseguir evita-la e também que a placa de Arceus fosse levada do museu, a xamã tentava convencer mais uma vez a dupla de ladrões a desistirem de seu plano. Absol ficava ao lado dela o tempo todo, parecendo sentir que nenhum dos lados iria ceder em suas crenças, mas ainda assim, aguardava uma resposta e autorização de Morgana para agir.

- Fico triste por você não ver o quanto esta errada em acreditar que a igreja não a deixaria acessível a todos e como esse não é o lugar dela. É uma pena, mas ainda espero que Arceus consiga fazer você ver a verdade. - Foi tudo o que o que o religioso disse antes de fazer sinal para seu Yamask, que se posicionou em frente da Absol, pronto para enfrenta-la para poder defender a placa e os dois ladrões.


Hora da Batalha
Condições da batalha: Pequena área com grama ao lado do museu, ao lado de uma rua sem movimento, iluminada pela lua e por um poste não muito distante.

Absol - Lv.10 - Trait: Super Luck
100%, Status: Normal
Vs.


Yamask - Lv.16 - Trait: Mummy
100%, Status: Normal

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Athena em Sab 09 Jul 2016, 16:49

Como eu previra a batalha era inevitável. Nenhum de nós iriamos mudar de opinião. Fiz uma prece rápida a Arceus para que ele protegesse os pokemon envolvidos. Me distanciei um pouco de Absol para dar a ela liberdade de movimentos.

Fiquei um pouco assustada com a onda de emoções que invadiu minha mente. Era a minha segunda batalha desde que me tornara uma xamã. Na primeira eu estava ainda envolta na minhã iniciação e não havia notado essa onda de euforia que me invadia agora. Eu sentia o que Absol estava sentindo, quando se preparava para enfrentar seu oponente. Mas, olhando para Yamask, notei o mesmo espirito competitivo e a mesma devoção para com seu mestre.

Estava vendo, pela primeira vez, uma batalha pelos olhos do pokemon. Podia sentir a empolgação de cada um deles, a cautela em observar o adversário, a ansiedade por mostrar o seu desempenho.

- É muito triste que você não compreenda a finalidade da placa num lugar como esse. Que a vontade de Arceus seja feita.  

Os pokemon se encararam a espera do primeiro comando. A tenacidade deles era visível e cada um iria se portar da melhor maneira para sair vencedor dela. Sorri para Absol para mostrar que estava confiante com seu desempenho. Falei então em voz baixa para que só ela ouvisse.

- Absol use Double time  seguido de um Punishment, mas fique atenta para desviar de um possível ataque.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Bianca.red em Dom 10 Jul 2016, 00:48

Lamentando profundamente ter que entrar em uma batalha, ainda mais contra um outro seguidor que também só estava fazendo o que achava ser o certo e o melhor para aumentar a fé de todos no sagrado pokemon, Morgana logo se afasta para dar espaço para que sua pokemon batalhasse. Com fortes emoções e com os dois lados determinados em suas convicções, era difícil dizer de que lado estava a vontade de Arceus, mas logo isso poderia ficar evidente, já que os primeiros comandos já eram dados aos pokemon.

- Yamask use Haze, depois tente desviar e usar Hex em seguida. Não vamos prolongar muito isso. - Ordenou o senhor também não parecendo nem um pouco satisfeito com o fato de ter que entrar em uma batalha pokemon, enquanto o garoto responsável por pegar a placa no museu apenas assistia aquilo, ansioso para ver o resultado, mas confiante que sairiam vitoriosos.

Absol começou enchendo todo o seu lado do "capo de batalha" com várias cópias suas, que com certeza confundiam um pouco quem tentasse achar a verdadeira, mas logo o pokemon fantasma encheu o campo com uma fumaça fria e branca. Parecendo com fumaça de gelo seco, logo o vento a dissipou por completo, revelando que o ataque tinha feito toda as cópias da pokemon de Morgana simplesmente sumirem.

Aquilo surpreendeu tanto a xamã quanto sua pokemon, que levou um tempo antes de conseguir se recuperar da surpresa e avançar com seu ataque, reunindo uma aura roxa em volta de suas pata dianteiras, que logo foram usadas para jogar Yamask para trás e também ativou sua habilidade, que fez uma aura avermelhada cobrir Absol, que agora tinha sua habilidade alterada para Mummy. O ataque com certeza machucou bastante o pequeno fantasma, mas não o impediu de lançar várias ondas de energia arroxeada contra a Absol, que quase não se incomodou com o ataque.


Hora da Batalha
Condições da batalha: Pequena área com grama ao lado do museu, ao lado de uma rua sem movimento, iluminada pela lua e por um poste não muito distante.

Absol - Lv.10 - Trait: Mummy
82%, Status: Normal
Vs.


Yamask - Lv.16 - Trait: Mummy
50%, Status: Normal

- Yamask tente resistir, Arceus conta com você. Comece com Will-o-wisp, depois se não precisar usar Protect para se proteger, use mais uma vez seu Hex. - Ordenou o religioso parecendo ficar um pouco preocupado com o inicio daquela batalha, mas ainda mantendo a confiança no poder de seu pokemon e que Arceus estava o abençoando em sua missão.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Athena em Dom 10 Jul 2016, 16:14

Logo após ouvir o comando Absol foi rápida e no campo de batalha surgiram várias copias fieis do pokemon.  Ao mesmo tempo uma densa névoa branca começou invadir o local e aos poucos uma a uma essas imagens desapareceram juntamente com a névoa.

Foi um pouco desconcertante ver isso acontecer, e por um senti uma certa indecisão nela, mas ela se recuperou rápido e suas patas dianteiras começaram a brilhar em um tom de roxo. Ela atacou Yamask jogando a uma certa distancia. No mesmo instante Absol foi envolvida por uma Aura vermelha, o que indicava a mudança de sua habilidade, como eu já esperava.  

Apesar de ter sentido o golpe que recebera, Yamask desferiu seu golpe e várias ondas roxas se dirigiram em direção a Absol que pareceu não sentir muito seu efeito.

Lancei aos céus uma prece pedindo uma indicação em qual rumo tomar, a batalha continuava e eu deveria orientar minha pokemon, podia sentir a ansiedade nela e não esperei mais para orienta-la.

-Absol, mantenha-se em movimento para evitar ser atingido, use novamente o double time seguido do Punishment. Tente antecipar os movimentos de Yamask, para não ser attingido.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Bianca.red em Seg 11 Jul 2016, 18:32

Orando para que Arceus intervisse naquela batalha, para que mostrasse um caminho para que aquele confronto terminasse sem a necessidade dos pokemon se machucarem ainda mais, Morgana logo da novas instruções para a sua pokemon, que estava conseguindo uma óbvia vantagem naquela batalha. Do outro lado os dois pareciam preocupados com Yamask sendo tão afetado pelos ataques da pokemon noturna, mas ainda assim tinham fé que a batalha ainda viraria a favor deles, afinal, estavam só cumprindo a vontade de Arceus....

Logo ambos os pokemon se preparam para continuar a batalha, Absol começando enchendo mais uma vez o campo com suas cópias, que serviram muito bem para confundir o pokemon fantasma, que apesar de ter conseguido criar suas chamas, acabou as jogando em uma das cópias da pokemon noturna, que desapareceu assim que o ataque a atingiu. Sem perder tempo Absol avançou mais uma vez com seu ataque, mas dessa vez batendo de frente com o protect de Yamask, que encerrou aquela rodada com os dois pokemon sem danos, apenas um pouco sem fôlego por terem usado seus ataques.


Hora da Batalha
Condições da batalha: Pequena área com grama ao lado do museu, ao lado de uma rua sem movimento, iluminada pela lua e por um poste não muito distante.

Absol - Lv.10 - Trait: Mummy
82%, Status: + 1 Evasiveness (quatro cópias em campo)
Vs.


Yamask - Lv.16 - Trait: Mummy
50%, Status: Normal

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Athena em Dom 17 Jul 2016, 14:08

Nós três observávamos o desenrolada da batalha. Os pokemon de ambos os lados se dedicavam com o maior afinco para atingir seu objetivo. Pude sentir a concentração de Absol e no campo surgiram cinco copias exatas exatas delas que serviram para confundir seu adversário, contudo as bolas de fogo lançadas por Yamask acertando um clone que desapareceu imediatamente.

Absol não se abalou com isso e correu na direção de Yamask que já estava envolto em uma luz esverdeada que barrou o ataque de Absol. Pude sentir um certo cansaço em ambos os pokemon, a batalha já estava cobrando seu preço. Virei me para Absol para orienta-la.

- Absol, vamos tentar a seguinte estratégia use o Hone claws com seus clones e em seguida use Punishment  com seus clones investindo primeiro e você logo a seguir.  Fique atento aos movimentos de Yamask par se desviar de seus ataques. Que Arceus a oriente e proteja.  

Fiz uma breve prece para que Arceus me orientasse no intuito de que essa batalha fosse e breve e o mais inócua possível.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Ayzen em Qua 20 Jul 2016, 17:29

Off: Voltando para a sua rota \o/

A batalha de Morgana parecia ser apenas um fracasso de uma alma perdida. A jovem seguidora tinha que ter em mente que não daria para salvar todos e quando isso ocorresse ela teria que usar do caminho de menor dano. Talvez, diante da sua ineficácia de convencer o homem a verdadeira palavra de Arceus, Arceus provava a morena para poder agir nessas situações. Ainda sobre a forma de uma xamã, Morgana tinha que defender os interesses da integridade dos seguidores em geral, afinal não pegaria bem se as mídias divulgassem que os seguidores estavam roubando artefatos religiosos em toda Shinki.

Ainda dentro do prédio, Natu e Alicia permaneciam, afinal, a ave iria proteger a pequena a todo custo, assim como Frodo. Absol encarava (todos as Absols) o fantasma de cores singulares. O cansaço permanecia no campo. O garoto que era usado como ladrão ao lado do seguidor mais velho. A submissão do pequeno só indicava que era possível filho do seguidor. A placa retornava para as mãos do menor, que a abraçava com força.

- Sinto muito que a cegueira desse mundo tenha levado o entendimento de seus olhos, cara irmã. Yamask! Haze e Disable.

Mais uma rodada de lamentações e golpes se iniciavam. Duas grandes verdades entrando em combate. Seguidor vs Seguidor. Arceus presenciava cada reação. Estaria realmente Morgana totalmente certa sobre o que seguia? As bases eram as mesmas, mas os princípios doutrinários divergiam... No meio do caos, Absol erguia suas asas que começavam a brilhar tão sublime quanto a luz da lua que assistia o embate ao lado do museu. Erobring, fria, não deixava nenhuma pessoa passar por aquele nevoeiro que cobria o restante da cidade, mas deixava o museu imune. O poder da dark subia, assim como a sua precisão no ataque, mas logo o fantasma reagia.

Yamask não demonstrava muitas emoções, a não ser a fé. Talvez tinha mais fé do que fazia do que a Pokémon seguidora. Absol não deixaria que fosse submetida a vãs doutrinas... Um nevoeiro negro cobria o campo. Morgana via a diferença do nevoeiro branco que cobria a cidade para o nevoeiro negro de Yamask. No meio de tamanha fumaça, Absol tentava se atentar a qualquer movimento, embora o fantasma adversário não produzisse nenhum barulho. O nevoeiro levava os clones embora e assim no meio de tudo, Absol apenas fechava os olhos e usava seus sentidos aguçados.

Com um salto, a noturna saia movendo-se no meio da fumaça, e não demorou para vislumbrar a silhueta da fantasma, acertando com um Punishment direto no Pokémon máscara, que reagia de imediato e com um olhar que brilhava de forma prateado, usava Disable para impedir Punishment de ser usado mais uma vez.

- Arceus, me ajude! – o homem de sobretudo orava, em uma prece. Embora Morgana estivesse com a vantagem, a prece do homem era fervorosa. O menino ao lado fechava os olhos em oração. Seria uma guerra espiritual também? – Yamask, use Will-o-wisp. Em seguida, use Night Shade. – era a voz do homem. Ao longe, Alicia voltava correndo com Frodo de um lado e Natu do outro. Parecia que a pressão da situação não permitia que a menina ficasse lá dentro esperando. Natu parecia se preocupar com a menina, fazendo-a parar de avançar muito em campo, evitando com que a criança se machucasse na batalha.



Hora da Batalha
Condições da batalha: Pequena área com grama ao lado do museu, ao lado de uma rua sem movimento, iluminada pela lua e por um poste não muito distante.

Absol - Lv.10 - Trait: Mummy
82%, Status: Punishment inativo (4 turns)
Vs.


Yamask - Lv.16 - Trait: Mummy
20%, Status: Normal

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Athena em Seg 25 Jul 2016, 23:40

off:  Bem vindo. Me desculpe a demora, estava planejando uma festa julhina.

Enquanto observava a batalha, minha mente se mostrava abarrotada de pensamentos. Arceus estava me provando com ela, eu deveria ser digna de defender seus dogmas e os bens da igreja que o representava.

Os pokemon estavam cansados mas firmes em suas posições, Yamask defendia a posição do seguidor, mesmo tenda a possibilidade dele estar errado. Eu podia sentir a fidelidade dele em relação ao homem.  Assim como Absol que tinha certeza de defender o que era correto.

Muita coisa estava em jogo nesta batalha, nosso mundo estava a beira do caos, a posição dos seguidores estava ameaçada pelas pessoas que controlavam a politica da região. Nenhum conflito deveria se iniciar neste momento. Seria prejudicial a todos. Os dois deveriam entender isso.

Pude sentir a presença de Gucky e Alina próximo a saída do Museu. Gucky e Frodo conseguiram se sair bem do combate na sala e estavam a porta observando o combate dos pokemon.

Ao lado do seguidor mais velho o garoto segurava a placa como se ela pudesse fugir de seu braços. Pelo seu com portamento, poderia se dizer que eram pai e filho.

- Irmão, não sou eu que estou cega. Você que está tomado por um fanatismo insano, que acabou por nublar sua visão para a finalidade de nossa existência. Contudo ainda há tempo para que você volte para os braços da nossa fé. Ainda há tempo para que você dissemine o amor, nosso exemplo é a melhor maneira de converter os incrédulos.  Devemos preparar o mundo para a volta do grande Pokemon.

Ele não ouviu e orientou seu pokemon. Neste momento Absol adquiriu o brilho de uma Lua no outono, contrastando com o céu escuro. Ela foi envolta por uma luz branca que fez parecer que ela estava sendo abençoada.

Yamask se concentrou e um nevoeiro negro cobriu o campo de batalha aniquilando novamente os clones de Absol. Era um contraste com o nevoeiro da cidade, como yin yang.

No escuro Absol fechou os olhos para se concentrar e num salto conseguiu acertar Yamask que fixou seu olhar avermelhado em Absol impedindo que ela repetisse esse movimento.

O Homem e o garoto elevaram uma prece a Arceus, uma prece fervorosa, por uma orientação. Após o que orientou seu pokemon para dar continuidade no combate.

Minhas esperanças de que ele finalizasse o combate foram em vão. Precisava de uma orientação para dar continuidade ao mesmo. Iria usar uma técnica arriscada, mas não queria ver meu pokemon ferido.

Alina e  Gucky não conseguiram mais se conter e se aproximaram da área de combate. Alina só não chegou mais perto porque Gucky não permitiu. Fiz uma prece a Arceus em busca de uma inspiração, esse combate deveria ser finalizado o mais rápido e com menos danos possível.

Retirei um disco prateado de minha mochila e me aproximei de Absol. Iria ensinar uma Tm para ela, sei que o momento não era apropriado, mas era uma necessidade. Sem aquele movimento ela teria que ficar praticamente parada enquanto Yamask atacava.

Olhei para a Tm68 (Aerial Ace) em minha mão e falei para Absol.

- Vou ensinar esse movimento para você. Você vai ter que ser rápida. Assim que eu acabar use Double team e em seguida o Aerial Ace. Tome cuidado com os golpes de Yamask, tentando se esquivar o máximo possível.

Elevei ao céus uma prece fervorosa e me afastei dos pokemon em combate.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Ayzen em Ter 26 Jul 2016, 00:10

Off: Festa )o)
Sem problema, mas mande minha cocada e pé-de-moleque ^^
.
.
.
Parecia que a prece do homem e do jovenzinho que segurava a placa fora atendido. Embora Absol estivesse levemente vencendo a batalha, Yamask conseguia uma vantagem incomparável naquele momento. Morgana não ficava atrás. Diante do embate espiritual, erguia sua oração ao Pokémon. Uma batalha de orações se erguia no plano espiritual, enquanto no material as coisas continuavam igualmente séria. Ao ver o jovem ladrão orando, Alina não pode se conter e fechava os olhos em fervoroso clamor, enquanto Frodo seguia a sua parceira. Gucky fazia o mesmo, ainda atento a qualquer movimento estranho.

As palavras de Morgana não tinham forças para alcançar o seguidor. O pior de tudo, era que era um irmão da mesma fé de Morgana, o que deixava a situação mais complicada. Um fanatismo que não era possível apagar em uma conversa só. As coisas seguiam o seu curso da batalha e no momento, ninguém poderia abrir a boca para falar muita coisa.

O clamor começou com um sussurro e agora estava bem audível. A dupla de oração adversária pedia a Arceus direção. A nevoa cobria Erobring quase que toda, menos naquela região do museu. Se tinha alguém indo para o museu ajudar, se perderia facilmente ali, mesmo sendo natural da cidade feudal. Morgana tinha que fazer as coisas do seu jeito. Com um disco em mãos, ensinava um novo golpe para Absol.

- Oh grandíssimo Arceus! Dê-me a vitória para seu servo que está fazendo o que é bom aos seus olhos. Mostre a essa herege que não segue o mandamento de te honrar que ela está errada e puna com amor, usando de sua misericórdia. – a voz do homem parecia bem metódica e meio melancólica. Sua oração era para Morgana, embora do seu jeito. A batalha continuava e Yamask parecia fortalecido das horas do oponente, assim como Absol se alimentava das orações de Morgana e Alina, assim como de Frodo e Gucky.

Yamask abria os braços e várias chamas roxas surgiam, girando o corpo do Pokémon fantasma. Absol se dividia em vários, podendo ter cópias idênticas, que pareciam muito com elas. Os fogaréus seguiam contra várias copias, fazendo apenas que elas desaparecessem. Absol pareceu em um novo momento e naquele instante corria com uma velocidade enorme, quase que voava pelo chão; Com uma velocidade tremenda, usava de seu chifre para deferir dois golpes em Yamask, que não pode defender.

O golpe foi crítico. Super Luck e Morgana via isso devido a um leve brilho azulado ao redor de Absol, que denotava muito o poder de sua oração para com o Pokémon. Yamask era arremessado longe, mas não antes de erguer seu poderoso Night Share. Ondas rubras se abriam em área contra Absol, que recebia todo o poder do ataque, fazendo com que suas cópias sumissem e ficasse somente ele em campo. Apesar do grande golpe e do cansaço, Yamask permanecia ali. Talvez as orações dos adversários haviam fortificado o Pokémon da máscara para poder lutar mais um turno e vencer...




Hora da Batalha
Condições da batalha: Pequena área com grama ao lado do museu, ao lado de uma rua sem movimento, iluminada pela lua e por um poste não muito distante.

Absol - Lv.10 - Trait: Mummy
67%, Status: Punishment inativo (3 turns); +1 Evasion
Vs.


Yamask - Lv.16 - Trait: Mummy
1%, Status: Normal

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Athena em Ter 02 Ago 2016, 23:28

off: Essa foi a única maneira que eu encontrei.
Spoiler:
 




Por um momento pensei que minhas preces não seriam atendidas, Absol estava em desvantagem. Se o uso da TM não fosse eficiente, ela estaria com grandes problemas.

Embora por motivos diferentes, todos enviavam suas esperanças ao céus em forma de orações. A energia  em torno de nós era quase palpável. O museu estava destacado em contraste coma névoa que envolvia a cidade. Parecia que ele estava sendo abençoado pelos céus.

Encostei o pequeno disco de metal e Absol absorveu o seu conteúdo. Tudo correu bem e ela aprendeu o novo golpe que poderia ajudá-la neste momento do combate.

Algumas coisas aconteceram simultaneamente Yamask levantou os braços e chamas roxas envolveram o corpo do pokemon e  várias cópias de Absol surgiram aso seu lado. As chamas se dirigiram na direção delas, com o impacto várias cópias sumiram.  Absol  agora corria em alta velocidade num movimento semelhante a um voo e consegui acertar Yamask com seu chifre. Ele foi lançado longe, mas antes conseguiu acertar Absol com  ondar rubras que destruíram as demais cópias restando apenas Absol no campo.

Yamask era um pokemon admirável, apesar de todo o cansaço da batalha e dos ferimentos sofridos, sua fé no seguidor era inabalável e ela reunia todas as suas forças para se manter em pé.

Orei para Arceus me orientar na melhor maneira de finalizar essa batalha, que ele iluminasse a mente deste servidor que estava perdido, mas parecia ter bom coração.

- Absol, vamos tentar finalizar essa batalha, use Double Team novamente, para se proteger e finalize com  Aerial Ace, mas preste atenção aos movimento de Yamask para não ser surpreendido. Que Arceus o abençoe.


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Ayzen em Qui 04 Ago 2016, 23:13

Off: Salivei só de olhar ç.ç
Quando eu for em SP (pretendo ir algum dia), pretendo provar =3


A batalha corria para o campo de Morgana. Parecia que a roda da oração girava outra vez e a contemplada era a xamã. A morena não poderia deixar de notar a grande massa de energia que se alastrava ao seu redor. Não sabia como ela iria reagir aquilo, mas sabia que aquele terreno agora estava manchado com as preces dela e do seguidor perdido. Apesar de tudo, Yamask não parecia ter ficado satisfeito com o último resultado, mas mantinha a calma de um seguidor e a fé de um padre. Era difícil criticar tamanha verdade que percorria a mente do Pokémon.

- Yamask! – a voz preocupada do homem ainda o fazia ficar imóvel. Ele não moveu um centímetro desde que a batalha começou e o seu filho(ou seja lá o que aquela criança era para ele, mas tinham uma semelhança). Alina não deixava de comemorar a última batalha, embora quando percebeu que havia expressado seus sentimentos demais, envergonhava-se se colocava mais quieta e de cabeça baixa. Naquele momento, não tinha como reparar que os velhos costumes da pequena ainda persistiam.

Mais uma rodada trazia o sacrifício para Yamask para se mover. Absol não tinha muitas dificuldades para poder se dividir em campo e causar o maior alvoroço e confusão. Yamask tentava dividir as ondas rubras para todos os cantos e assim destruía uma cópia, mas as outras sete corriam em campo. Uma aura azulada parecia percorrer o corpo da Pokémon noturna e no fim um golpe acertava diretamente Yamask, que não conseguiu fugir. O fantasma caia no sono da noite, enquanto os clones de Absol sumiam um por um, revelando a verdadeira, ainda encarando o outro seguidor.

- Não! – o grito do menino foi inevitável. De sua mão, a placa saia flutuando até Morgana, graças ao Psychic de Gucky. Agora era seguro usar algum move e Alina corria junto de Froudo e do pássaro até a sua protetora. O menino até tentava sair correndo em busca da placa, mas era impedido de prosseguir pela mão do homem em seu ombro, que balançava a cabeça negativamente pela ação do menino. – M-mas pai?! – as lágrimas do menino caiam, não conseguindo lhe dá com aquelas emoções que sofria.

No meio da noite, o corpo do fantasma era recolhido para descansar em sua Pokébola. O menino tentava prender o choro pelo objeto tirado de suas mãos e assim se lançava ao choro nos braços do pai. Esse o pegava no colo, enquanto ainda o menino chorava. A cara do pai era bem compreensiva... Até amorosa... Ele olhava para Morgana e observava a mulher de cabelos negros e a menina ao lado dela.

- Não pude defender os interesses de Arceus dessa vez, irmã, mas saiba que Arceus é amor, mas também é justiça... Ele julgou o mundo uma vez e irá voltar para julgar se a maldade continuar no coração da humanidade. Você sabe disso... – era uma verdade... Mas no meio daquela noite fria, onde o nevoeiro avançava para o museu, como se tivesse rompido uma barreira invisível, todos pareciam bem cansados. O homem não se movia de forma brusca... Mas estava ainda encarando Morgana, como que se quisesse decorar a imagem da seguidora e de sua protegida, enquanto o menino em soluços acabava ficando mais quieto e começava dormir no colo do pai, para tentar se esquecer do fracasso que foi em proteger a placa.




Hora da Batalha
Condições da batalha: Pequena área com grama ao lado do museu, ao lado de uma rua sem movimento, iluminada pela lua e por um poste não muito distante.

Absol - Lv.10 - Trait: Mummy
67%, Status: Punishment inativo (2 turns); +2 Evasion
Vs.


Yamask - Lv.16 - Trait: Mummy
0%, Status: recolhido

3413 EXP para Absol
Subiu 6 níveis e foi para o nível 16.
Absol pode aprender Pursuit, mas já possui o número limite de movimentos. Deseja substituir algum?

:: Ficha atualizada ::

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Athena em Dom 14 Ago 2016, 21:59

off: Quando você vier, será uma honra fazer para você.



Nossas orações pairavam no ar, eram quase palpáveis. Podia imagina-las como folhas outonais dançando ao nosso redor. Na batalha nada havia se definido ainda, embora a balança no momento pendia para meu lado. Eu estava convicta que meu modo de pensar era correto, mas o seguidor em minha frente acreditava no mesmo, sua posição se refletia em seu pokemon e em seu filho.

O final da batalha iria revelar qual dos dois estava com a razão. Podia sentir o cansaço nos dois pokemon que lutavam.

 

E a batalha por fim acabou, foi como em câmera lenta, mas ao mesmo tempo foi muito rápido. O campo se encheu com cópias de Absol, causando uma grande confusão. Ondas roxas viam de Yamask e seguiam em várias direções. Uma cópia despareceu, mas ainda havia várias em campo. Absol passou a emitir uma luz azulada e acertou Yamask  que veio ao solo.

Neste momento, as cópias desapareceram e restou apenas Absol em pé fitando o seguidor e seu filho. Um grito triste e desolado partiu do menino. Nesta confusão a placa foi retirada das mão do menino e pairou no ar e planou delicadamente em minha direção. Gucky havia identificado meu desejo e o executou.

O garoto tentou vir atrás dela mas, foi barrado pelo pai que pegou uma pokebola e recolheu Yamask, para que ela se recuperasse. O garoto aos prantos se virou para o pai, que o pegou carinhosamente no colo. Era uma cena tocante, ambos se sentiam frustrados por não terem cumpridos sua missão.

Peguei a placa, enquanto Gucky pousava em meu ombro. Alina e Frodo ficavam de um lado e Absol do outro. Passei a mão em seu pelo, agradecida pelo seu empenho e confiança que ela depositou em mim.  O homem ainda me fitava, enquanto a criança foi se acalmando e por fim dormiu. As palavras que ele me dissera ainda pairavam em minha mente.


- O que você diz é verdade, mas cabe a nós tentar mostrar a eles a maneira certa de viver. Não devemos desistir até o último instante. Arceus o colocou nesta situação para mostrar lhe que seu caminho esta se desviando e que você deve mudar sua atitude. Pense nisso.


A batalha havia exaurido a todos nós e um cansaço fez com que eu desejasse ardentemente minha cama no dormitório da igreja.

off1: pode substituir o Scratch por favor.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Ayzen em Dom 14 Ago 2016, 22:21

Off: Vou cobrar \o\
Ganhou dinheiro o/ 700


A cena do homem com seu filho nos braços exalava tamanho amor. As orações que inundavam ao redor de Morgana pareciam cooperar para aquilo. As convicções de ambos estavam fielmente inabaláveis. Ambos firmado nas escrituras. Era difícil converter o pensamento de qualquer um dos dois, embora naquele momento, naquela batalha, laços haviam sido criados de forma grotesca, mas pela vontade de Arceus.

Gucky no ombro. Absol a frente. Alina ao lado mais seu parceiro. Todos estavam ali diante do homem e seu filho. As palavras de Morgana não pareciam atingir o coração também devoto do homem. Era estranho! Um homem que tamanho amor e devoção estar perdido daquele jeito. O que separaria Morgana de tamanho ato?

- Que o amor ministre nossa relação irmã. Só espero que você não deixe de defender a honra de Arceus, em prol da dos homens.

A névoa chegava até o museu. O homem sumia no meio do nada e assim deixava Morgana e sua trupe ali. Alina fazia questão de puxá-la para voltar para o museu, onde era mais quente e a névoa não entraria. Natu concordava. Além dos passos leves do grupo, ainda tinha o resto da madrugada para poder descansar no museu e explicar tudo para o curador do museu de Erobring.


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Athena em Seg 22 Ago 2016, 19:07

Era um pouco embaraçoso, minhas palavras não atingiram o coração do seguidor. Ele era fiel aos seus pensamentos e não iria mudá-los. Fiquei ouvindo calada o que ele falou. Ele me virou as costas e caminhou para a escuridão da noite.

- Sou uma Xamã.

Minhas palavras ficaram ecoando na escuridão mas o seguidor não estava mais ali para ouvir. Elas sozinhas explicavam tudo o que eu era e o que era mais importante para mim. Após a minha iniciação eu tinha mais cumplicidade com os pokemons do que com os Humanos. Isso era um fato.

Alina me trouxe de volta ao mundo dos vivos. Com certeza era mais seguro retornarmos ao museu. A neblina retomava seu lugar e precisávamos religar o alarme. Havia muitas obras que deveriam ser protegidas por ele.

Segurei a Pequena mão da garota e voltamos pelo mesmo lugar que passáramos anteriormente. O museu estava em silencio completo. Só os sons da noite penetravam naquele lugar.

Olhei para a placa de Arceus que estava em minhas mãos. Podia sentir a energia que vinha dela e me aquecia o coração. Sabia que havia tomado a decisão certa e agora devia devolve-la a seu lugar . Caminhamos até o local, havia muita bagunça ao redor provocada pelas estátuas vias controladas por Yamask. Coloquei a placa em seu lugar.  Fomos ate a sala do Reitor do museu e ligamos novamente o alarme. Aquele seria o local ideal para ficarmos.

Arrumei um lugar para Alina dormir. Frodo se colocou ao lado dela. Olhei para Absol. Ela também precisava descansar. Peguei a pokebola e me aproximei dela.

- Muito obrigada por confiar em mim. Agora seria melhor que você descansasse. Fique tranquila que se eu precisar chamarei você, sei que estará pronta para me ajudar.

Retornei-a sua pokebola e  guardei em minha mochila. Gucky voou para uma cadeira acolchoada, indicando o lugar para que eu descansasse também, mas apesar de confiar nele, seria impossível adormecer.

A imagem do seguidor e seu filho inundavam minha mente. Fiz uma prece a Arceus para que abrisse o coração dele e que ele pudesse entender minhas palavras.

Alina já dormecera. Restava agora esperar o amanhecer que taria o Reitor do Museu. Seria uma longa conversa.


Off: Oba vou ficar rica Very Happy .

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Ayzen em Seg 22 Ago 2016, 23:51

Off: Vai sim )o) De pouco em pouco ^^


A imagem do pai e do filho parecia perdurar a memória de Morgana e assim ficaria por um longo período. Naquele momento, a jovem xamã deixava o frio da noite e fechava a janela por onde passaram. Demorou um pouco para colocar a placa no lugar e levantar as estátuas e armaduras que outrora foram manipuladas pelo psychic de Yamask. A jovem morena conseguia colocar tudo no lugar e inclusive não demorou para colocar Alina para dormir, no sofá da sala do curador do museu.

Enquanto a jovem Alina dormia facilmente ao lado de Frodo, Morgana sentia que não dormiria tão cedo. Natu, por sua vez, conseguia pegar no sono sobre a mesa do curador. Estava bem cansado. Morgana, por sua vez, só conseguia agradecer ao empenho de sua Pokémon e assim a recolhia. Eram 3 horas da manhã. Amanheceria em breve. Os olhos da seguidora pesavam. Mas o sono não era tão forte ao ponto que derrubaria a mesma. Sua mente estava mais rápida e com pensamentos mais fortes do que o sono. Ficaria acordada.

Não demorava muito e a jovem se via andando pela sala do homem que pedia ajuda. Na prateleira de madeira antiga, que poderia ser uma das obras expostas no museu, havia vários livros sobre arqueologia e história. Lendários, pessoas importantes. Haviam uma coletânea inteira sobre os líderes de ginásio, uns cinco só sobre Arceus. Seria comum a seguidora sentir atração por esses livros sobre o Pokémon gêneses.

O tempo passou mais um pouco, estaria prestes a amanhecer e Morgana olhava para a porta de madeira e parecia ver uma sombra. Seria cansaço e sono? O coração de Morgana a alertava. Não parecia medo, apenas curiosidade... A porta do museu ficou aberta por um tempo antes de religar o alarme, ela poderia ter deixado um Pokémon da cidade que foi acordado pela luta passar e entrar. Os instintos de Morgana normalmente procuravam não traí-la. Ao lado, Alina e Frodo dormiam de forma bem pesada. Natu parecia com os olhos fechados, mas com certeza iria com Morgana se a mulher resolvesse fazer uma inspetoria no museu, apenas para garantir que algum Minun ou Plusle não tenha entrado por acidente...


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Athena em Sex 26 Ago 2016, 23:07

O silencio no museu era reconfortante. Após a expectativa da batalha, todos os sentimentos envolvidos nela, era gratificante a calma que veio a seguir.

Guardamos a placa em seu lugar, ligamos o alarme novamente e nos alojamos na sala do reitor.

Alina dormia com Frodo que cochilava ao seu lado e até Gucky sucumbiu ao sono. Deve ter sido bem estressante para ele ficar com Alina enquanto uma batalha se desenrolava lá fora. Contudo ela teve o seu final.

Eu me sentia cansada, mas sabia que não conseguiria dormir até finalizar o que eu havia me proposto fazer. Levantei e andei pela sala. Era uma sala bem peculiar, a personalidade do reitor estava presente em vários itens.

A amanhecer se aproximava, seus primeiros sinais já eram sentidos. Olhei para a porta de madeira da sala, algo me chamou a atenção. Por um momento eu vislumbrei uma sombra. Esfreguei os meus olhos. Acho que estava mais cansada do que pensava.


Contudo meu coração não me deixava em paz. Mil e uma hipóteses passaram pela minha mente. A passagem ficou aberta sem supervisão por quase todo o tempo em que a batalha se realizou. Algum pokemon poderia ter entrado sem ser percebido.

Meus instintos diziam que havia um presença ali. Eu não poderia ignorá-lo. Sendo pokemon ou não, eu deveria averiguar. Eu não teria paz de espirito se não fizesse isso.

Olhei ao redor e Alina e Frodo continuavam no mesmo lugar. Ali era seguro para eles. Gucky estava de olhos fechado, mas sabia que assim que eu me movesse em direção da porta ele viria comigo. Procurando fazer o menor barulho possível, peguei minha mochila e caminhei até a porta. Abri a bem devagar, fechando ao passar. Tudo parecia igual, mas eu ainda podia sentir a presença de algo no local, embora eu não a visse eu sabia que ela estava lá.








off: Não pude resistir.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Ayzen em Sab 27 Ago 2016, 00:03

Off: Compreendo bem XD Boa imagem o/


Era difícil ignorar os sentimentos. Talvez pelo pouco tempo, Morgana não soubesse diferenciar pensamentos aleatório de espirituais, mas as diversas experiências que a morena teve apenas remetiam na facilidade que ela tinha de seguir instintos. A todo momento era bombardeada por diversas emoções e talvez não fosse perigoso ser mais cautelosa. Com a mochila em mãos, ela passava pela porta e no fim se via sendo seguido pela ave, que parecia embriagado no sono que sentia... Parecia que o cochilo fora gostoso...

No meio do museu, a xamã andava. O pokémon caminhava um pouco atrás de sua seguidora, um passo após o outro, parecendo andar de forma cambaleante. O museu emergia-se estranho pela noite. As diversas esculturas, artes e objetos sem luz apropriada acabavam perdendo seu esplendor e glória de mais cedo, quando melhor iluminado, mas a mulher sabia reconhecer a importância de cada coisa do mesmo jeito.

A sombra pareceu ter pego aquele caminho, mas quando Morgana seguiu, pareceu ter perdido de vista. Era engraçado, porque se Morgana seguisse aquele caminho daria de frente da pedra de Arceus mais uma vez. Duas vezes na mesma noite, só significava o quanto Arceus gostava de colocar a morena como sua sentinela! O caminho era seguido pela dupla e de qualquer forma, dava direto para a sala da placa do Pokémon gêneses.

Mais uma sombra, dessa vez, de frente para a placa... Morgana despertava de vez, assim como Natu, que se colocava no ombro da seguidora, de modo mais alerta, pois sabia que não seria normal ter outros no museu sem eles. Alina, por sua vez, parecia dormir na sala, junto com Frodo. O grass defenderia o sono da menina, se necessário, mas quem defenderia a placa além do alarme?

A sombra não se movia. Era difícil enxerga-la dali, mas com certeza ela já percebia a presença da seguidora e seu Pokémon. No momento, ela parecia decidir tardar em se apresentar. Seria possível que o outro seguidor voltaria para pegar a placa? Na verdade, não. A pessoa que produzia aquela sombra não era nada mais que um homem mais alto, aparentando ter seus 40 a 50 anos, com um porte físico até que considerável. Morgana conhecia bem aquelas qualidades. Seus cabelos negros e sua rouca era inesquecível, que várias vezes contara histórias antes de dormir. Era seu pai.



- Olá, filha...


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Athena em Qui 01 Set 2016, 13:36

Olhei para o corredor a minha frente. A sensação de uma  presença persistia. Era tarde demais para voltar atrás.

Como eu previra Gucky pousou em meu ombro. Estava bêbado de sono, ficou em uma perna só e esticou a outra junto com sua asa. Era uma imagem no mínimo engraçada. Os pokemon possuíam uma sabedoria inata, pensei enquanto observava ele alongar os músculos das asas.

Andei pelos corredores do museu aleatoriamente. Eles pareciam diferentes com esse tipo de iluminação. Estava observando algumas peças quando novamente surgiu um vulto quase saindo do meu campo de visão. Me apressei nessa direção para alcança-lo, mas não foi possível. Continuei a seguir na direção que imaginei ver o vulto, e notei que esse caminho me levava novamente a sala onde estava a placa de Arceus.

Duas vezes na mesma noite, isso não era coincidência. Devagar fui me aproximando da sala. Finalmente entrei na sala e lá estava ela em frente a placa. Parada de costas para mim, observando tranquilamente a placa. Ela não deveria estar aqui, não deveria haver mais ninguém além de nós. Pensei em Alina dormindo na sala, Frodo cuidaria dela, mas quem era a figura que estava ali? Do local onde estávamos não era possível ver com muita clareza, mas sabia que algo estava errado, e me coloquei em alerta. Me aproximei lentamente.

O vulto, em suas formas, me era familiar. Eu já vira aquele vulto várias e várias vezes, mas não poderia ser ele. Afinal ele deveria estar longe, não naquela sala em um museu no meio da noite. Contra todas as possibilidades, ele estava ali, ao meu alcance. Parte de mim queria pular em seus braços, como eu fazia quando era criança. Contudo eu não era mais uma criança e algo me detinha.

Ele se virou e olhou em meus olhos. Realmente era ele, meu pai. Por mais incrível que pareça ele estava ali.


- Olá, Papai.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Ayzen em Qui 01 Set 2016, 21:45

Off: Espero que não tenha se importado com a imagem... rs Ele é moreno, então espero que seus olhos tenha puxado da mãe XD


O coração de Morgana parecia incomodado. Era uma mistura de várias emoções que juntas não definiam nenhuma. Mas no fim, a xamã queria era abraçar seu pai e matar a saudades que tinha. No entanto, não fez assim, mas com certeza estava saudosa em rever seu velho pai, que em sua frente se materializava justamente como ela tinha visto antes de partir em viagem.

O museu ficava silencioso perante o encontro. As peças de artes nem vibravam na presença de pai e filha. A placa de arceus continuava segura detrás do vidro e protegida por um alarme que soaria caso o envoltório fosse rompido. O homem apenas seguia até sua filha, forçando um abraço e mostrando uma cara cansada, como se levasse a responsabilidade do caos no mundo em suas costas.

- Morgana, como senti sua falta... Precisamos conversar.

A mudança da face de saudosa para preocupada acontecia quase que instantaneamente perante a dupla no museu com baixa iluminação. No entanto, Morgana parecia bem sincera em seu olhar. Seu pai, por sua vez, estava parecendo preocupado.


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Athena em Qui 08 Set 2016, 23:31

Por um momento houve tensão no ar. Um breve segundo em que tudo parecia suspenso, inclusive o tempo. A sala estava um imersa num grande silêncio. Mas, no fundo, eu só queria sentir os seu braços ao meu redor. Ouvir o seu coração batendo, naquele compasso que me era tão familiar.

Eu fechei os olhos e me pareceu estar voltando no tempo. Quando eu era criança e ele me abraçava para espantar meus medos infantis. Era o mesmo calor, o mesmo conforto que me acalmava e fazia com  que eu ficasse mais tranquila.

Abri meus olhos e me deparei com um rosto cansado e preocupado. Um alarme tocou em minha mente, o que teria acontecido? Por que essa preocupação repentina? Natu ao meu lado olhava a cena com certa preocupação.

- Também senti sua falta, papai. Como está mamãe, porque ela não veio com o senhor? Vamos procurar um lugar para sentarmos. Devemos encontrar algum banco no corredor.

Em silêncio caminhamos pelo corredor em busca de um lugar mais confortável. Minha mente estava repleta de perguntas, mas eu teria que aguardar para obter as respostas. Natu voou para meu ombro e seu peso morno e reconfortante fez com eu me sentisse melhor.  Respirei fundo e segui em frente.

off: Adorei a imagem. Agora não precisarei mais me preocupar com dinheiro, afinal ele é multibilionário.Será que ele me livrará do Cornélio? Acho que não.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Ayzen em Sex 09 Set 2016, 00:36

Off: é mais fácil ele te dá um carro do que te livrar de Cornélios XD


A felicidade de Morgana em rever o seu pai era desmontada perante a face do mais velho de cansaço e um pouco de fadiga. O homem parecia mais sério, embora quando percebia que sua criança o fitava, tentava desenhar um sorriso em seu rosto para tentar aliviar a atenção do momento. Morgana percebia rapidamente... naquele momento, nada era mais importante do que saber o que estava acontecendo. Até o Pokémon psychic percebia a seriedade do momento e não precisava de habilidades telepáticas para isso.

- Não, sua mãe está bem... Está preocupada com você, mas você sabe como ela é...

Os dois caminhavam pelo corredor, afastando-se da placa misteriosa no momento. Um corredor profundo e escuro, com iluminação fraca era o local escolhido para uma conversa entre pai e filha. Um banquinho abrigava os dois, enquanto Natu aquecia o pescoço da xamã com suas penas.

- Estamos preocupados com você, filha... – o homem rompia o silêncio ao se sentar no banco. Olhava seriamente para os olhos amarelados da mulher e continuava, como quem tivesse medo de falar – Quero que você volte comigo, imediatamente para casa...

A voz fria e rouca do mais velho rompia a paz do pássaro, que voltava a olhar repetidamente entre Morgana e o homem. O pássaro parecia desesperado com o pedido do homem e no entanto não dava opção para Morgana responder de imediato, pela agitação no pescoço da seguidora...


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Athena em Qui 22 Set 2016, 23:36

Caminhamos juntos pelo corredor. O local não era muito agradável, estava nas sombras, mas havia um banco onde poderíamos nos sentar e conversar sossegados.


O silencio era perturbador, eu esperava ansiosa por notícias de minha mãe.

Com uma voz calma e tranquila ele me informou que estava tudo bem com ela. A voz dele transmitia segurança e deteminação, como em me lembrava. E tinha o poder de me acalmar.

Sentamos no banco, con Natu aquecendo meu pescoço. Foi quando ele falou o real motivo de estra ali. Eu deveria retornar para casa com ele.

Mesmo ouvindo o que ele dizia, não fazia sentido para mim. Eu não poderia retornar, não era o momento adequado. Eu não poderia deixar minha missão de lado. Além do mais havia Alina.

- Pai, você sabe que eu não posso fazer isso. Minha vida não me pertence mais. Sou serva do sagrado pokemon.

Fui interrompida por Gucky que estava muito agitado em meu pescoço. Seu  movimento chamou minha atenção. Era impossível continuar a falar com essa agitação. Assim como eu, Gucky não concordava com o que foi dito.


off: Me desculpe pelo texto curto.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Ayzen em Qui 22 Set 2016, 23:44

Off: Sem problema. Agora é só bate-papo XD



O pedido ou a revelação do desejo do pai eram recebidos por Morgana como uma faca no meio dela. A morena sabia de todo o seu percurso até ali e sabia muito bem que tinha missões a cumprir, assim como a vontade de Arceus para reinar. Naquele instante, ela estava mais perdida e a agitação de Natu parecia interromper a conversa que se seguia diante daquele corredor. Morgana não voltaria, era a decisão dela.

O corredor que era grande agora começava a apertar. Morgana sentia seu coração diferente, como se tivesse mais pesado ou algo do tipo. Ela era uma xamã, sensitiva, mas com certeza reagiria daquela forma com a notícia que recebia. O pai era o grande herói da morena e no momento ele pedia algo que estava além da capacidade da seguidora de cumprir.

- Filha, não dá para você ficar longe. Sabemos de tudo agora. Não há necessidades para mentir para mim. Vamos voltar para Ragnarok.

O homem parecia carregar um carma em suas costas. Ele estava mais sério. Veio em uma missão e naquele momento ele não tinha outra certeza a não ser que Morgana era uma mentirosa... Aquilo era muito mais do que constrangedor para Morgana, não por ela ser uma seguidora de Arceus, mas por ela respeitar sua família tanto que não iria mentir para ela nunca. Alguma parte da história a morena tinha perdido...


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Athena em Sex 23 Set 2016, 00:49

Um sentimento sufocante tomou conta de mim. O corredor parecia diminuir e me espremer. Estava difícil respirar. Meu coração estava apertado ante a possíbilidade que se apresentava.

Eu não poderia voltar. Não iria abandonar a paz de espirito que eu conquistara. Ali era o meu lugar.  O comportamento de Gucky refletia o que eu estava sentindo.

Meus sentimentos eram conflitantes. Eu não qqueria desobedecer meu pai, era errado e eu sempre fora uma boa filha. Mas, voltar e deixar a minha promessa era igualmente errado. Em minha mente uma voz gritava angustiada para eu ficar, para dizer não. Tudo parecia errado.

Ele falou novamente, e o que ele me disse me deixou mais atonita ainda. Eu nunca mentira para ele. O que quer que tenha me acontecido ficou no passado e como o Médico disse, pode ser que eu nunca me lembre do que aconteceu.

-  Pai, eu não posso voltar. Devo ser leal ao meu serviço. Eu me tornei uma xamã e devo continuar a servir aqui. Além do mais, há uma outra vida envolvida nisso e eu não posso abandoná-la. Por mais que me doa dizer isso, mas eu não vou com você a Ragnarok


Minha cabeça dava voltas, eu nunca mentira para minha família. Por que ele me chamou de mentirosa ? Sou uma seguidora, não é um comportamento aceitável para mim. Amo demais minha família, jamais a desrespeitaria assim.

Fechei meus olhos por um momento para poder me acalmar. Apurei meus sentidos tentando escutar na escuridão e esperei.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival de Erobring, vamos ser crianças outra vez...

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 4 de 5 Anterior  1, 2, 3, 4, 5  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum