Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

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Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Dria Galfin em Seg 01 Jun 2015, 22:32


Dria guiava o grupo com um largo sorriso no rosto e o Cubone em seu colo, a jovem mais do que nunca sentia-se cansada e suja, mas ao mesmo tempo orgulhosa de seu aprendiz.

A tarde que transcorrera em meio a tuneis e armadilhas começava a se desfazer dando espaço para o começo de uma noite fresca, comum em Grung.

Foi com um suspiro de alivio que Dria adentrou na Delegacia, com cuidado a jovem colocou o Cubone no chão se dirigindo ao balcão enquanto falava:

- Preciso apresentar o relatório de Captura, e que levem esse homem para uma sela adequada!

Colocando as pokebolas do homem em cima da mesa a jovem esperava que alguém guiasse o homem para cela antes de ir procurar a Seguidora que seria a dona do pokemon ao seu lado.

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Ayzen em Ter 02 Jun 2015, 10:11

Off: Olha eu aqui de novo!


O vento corria pelos prédios da grande cidade vertical, causando um barulho estranho e suspeito. Os arranha-céus brincavam com a imaginação dos visitantes, tanto que um casal persistia em continuar olhando para cima, a procura do barulho que o vento causava. Apesar de ventosa, acidade estava com um clima aconchegante, apesar de que a noite prometia ser bem fria nas próximas horas. Dria e Lírio surgiam na cidade com o seu prisioneiro. Cubone, ainda suspeito, balançava seu osso em sua mão, enquanto a delegacia de polícia surgia no mais longe.

A delegacia, como sempre, muito movimentada. Os cadetes saiam de lá para o dormitório na mesma rua e do dormitório para a delegacia. Grung era uma cidade grande e como tal precisava de segurança extra, ainda mais enquanto a ministra da cidade estivesse fora. O grupo entrava na delegacia, deixando claro que precisava de ajuda. Antes de Dria terminasse de falar, os recrutas do local levavam o criminoso, enquanto Cubone era deixado no chão, andando sem rumo pela delegacia, a procura de sua mestra.

Lírio foi atrás, enquanto Dria era acompanhada para apresentar o relatório oral. Como de costume, Auros era liberado, para ser observado pelo Kibato local. Apesar de haver relatórios escritos, Kenne Kibato era bem objetivo e direto e uma olhada sua era mais precisa do que qualquer relatório escrito.

Na sala do delegado local, Dria entrava se apresentando. Um Grovyle, parceiro do capitão, observava a cadete, encarando-a, enquanto ignorava o felino que seguia ao lado de sua dona. Kibato erguia a cabeça sério, enquanto uma secretária-cadete entregava os documentos e passava algumas coisas para o superior, até sair.

- Relatório, recruta.


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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Dria Galfin em Ter 02 Jun 2015, 10:46

Dria agradeceu a ajuda dos outros Cadetes com o prisioneiro, a jovem apontou de leve para o Cubone informando que o pokemon deveria pertencer a Seguidora que estava prestando depoimento segundo o informado.

Guiada até a sala do Kibato responsável pela Delegacia, Dria bateu continência de maneira formal, esperando pacientemente sua vez de falar a jovem assentiu de leve com a cabeça quando lhe foi dirigida a palavra:

- Missão concluída com sucesso. O suspeito foi capturado, porem não tenho total conhecimento da extensão dos tuneis cavado pelo mesmo. Descobrimos que ele usava armadilhas e alguns cogumelos com polem sonífero para capturar suas vitimas. Os capturados eram mantidos em uma sela tendo seus pertences roubados, quando fracos demais eram assassinados e jogados em uma caverna usada para vala comum. Durante a missão o suspeito detonou explosivos comprometendo a estrutura dos tuneis, não saberia dizer se isso escondeu ou não a vala. Os bombeiros da região já foram acionados e estão trabalhando nos tuneis. No mais tivemos um pequeno problema com os cogumelos e acabamos nos separando, e por descuido do suspeito isso nos deu a vantagem de poder tirar as pessoas do cativeiro em segurança!

Respondia a jovem sentindo sua garganta seca após o relatório oral, Dria sentia a cauda de Auros bater de leve em sua perna enquanto o felino encarava a tartaruga, por nenhum momento a mesma havia deixado de encarar Kenne.

Off: =P

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Ayzen em Ter 02 Jun 2015, 11:28

A sala parecia ficar pequena diante do relatório oral. Grovyle permanecia encarado Dria, por nenhum motivo aparente. Já Auros, permanecia ao lado de sua mestra, com sua cauda esticada ao mais alto e balançando de um lado para o outro. Por um momento, Dria se sentiu persuadida, mas logo passou quando Kibato pediu para que ela saísse e recebesse a recompensa fora com a secretária. Dria batia continência e saia da sala.

Lá fora, Lírio aparecia com uma menina de cabelos azulados longos e pele alvo. Em seus braços, Cubone a abraçava e estava disposta a não soltar. A clara seguidora parecia muito agradecida pela missão de Dria e Lírio e o aprendiz parecia feliz por ajudar a encontrar de volta a mestra do Cubone. O Ground parecia feliz e inseparável dela.

- Sra. Gralfin. Seu parceiro me contou tudo. Muito obrigada pela sua ajuda. Orarei todos os dias para que você seja muito bem sucedida em sua vida.

Deixando o grupo, a menina saia com o seu Cubone nos braços. Lírio acenava para a menina, quando em seguida avançava com sua tutora até o balcão, onde ela receberia a recompensa. Meowth pulava em cima do balcão, sendo espantado pela cadete, que entregava o envelope com o dinheiro para a morena.
+PK$4,000 para Dria
8,000 de EXP dividido para todos os Pokémons de Dria

1,600 EXP para Léo
Aumentou 1 nível e foi para o 29

2,080 EXP para Auros
Aumentou 3 níveis e foi para o 22
Pode aprender Faint Attack, mas já possui o limite de golpes. Deseja substituir algum?

1,600 EXP para Iroh
Aumentou 2 níveis e foi para o 25

1,600 EXP para Andrômeda
Aumentou 1 nível e foi para o 21
Aprendeu Aurora Beam

2,080 EXP para Garuda
Aumentou 3 níveis e foi para o 19
Aprendeu Whirlwind

5,500 EXP dividia para os Pokémons de Lírio

1,375 EXP para Lola
Aumentou 2 níveis e foi para o 17
Aprendeu Screech

1,375 EXP para Rosa
Aumentou 2 níveis e foi para o 17

1,375 EXP para Umi
Aumentou 2 níveis e foi para o 22

1,375 EXP para Natsume
Aumentou 2 níveis e foi para o 21


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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Dria Galfin em Ter 02 Jun 2015, 11:50

Batendo continência a jovem se retirou da sala, o alivio no rosto de Dria era claro assim como o cansaço, isso desapareceu quando a jovem encontrou a Seguidora dona do Cubone, Dria sorriu feliz pela mulher a sua frente chegando a fazer uma leve caricia no pokemon Ground quando se despediram.

Recebendo a recompensa da missao, Dria sorriu para Lirio dizendo:

- Vamos descansar! Amanha quero visitar o orfanato e rever as freiras!

Retirando o celular do bolso a jovem começou a mandar uma mensagem para Domuki:

Olá Doumeki!

Sinto muito mas tive que entregar o relatório em Grung, não poderei pagar a promessa agora.
Mas pretendo ir pro Festival de Inverno, então fica o convite em aberto.
Depois do Festival eu devo passar em Nyender se você ainda estiver pela cidade me avise.

Abraços Dria Galfin

Por fim a garota romou com Lirio para o Dormitório querendo apenas uma boa noite de sono, ainda assim tentando economizar tempo Dria mandou um Email para o Museu de Erobring oferecendo as pedras do Audino e Latios, se a proposta fosse aceita Dria mandaria as pedras pela estacão de trem esperando receber o dinheiro na mesma.
Off: Tirar o Bubble Beam no lugar do Faint Atack

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Ayzen em Ter 02 Jun 2015, 14:56

Pokémon recuperados devido ao sistema de cochilos.
Dria deixava a delegacia de polícia com o sentimento de dever cumprido. Lírio parecia ter crescido muito e apesar de seu lado ainda um pouco mais ‘stylist’, o rapaz tinha grande futuro como cadete e por isso a morena se sentia recompensada por todo esse tempo. No caminho para o dormitório, sendo curto, a morena mandava mensagem para seu ex-colega de missão e em seguida mandou um email para o museu de Erobing, o que não foi difícil de achar na internet.

A menina seguia andando pelas ruas e entrou no dormitório. A primeira coisa que Lírio fez foi arrastar a morena para o refeitório, onde eles jantaram, embora seus corpos pediam mais um pouco a cama. Dria comia e alimentava seus Pokémons. Seu ovo quente estava no colo, e por hora e outra sentia que estava bem.

Léo estava cansado, então não demorou para que ele evitasse correr pelo local com Natsume. Garuda ainda não tinha uma boa interação com o grupo, mas era só algum movimento novo ser ouvido pela ave, que ela logo avançava atrás, mas ao saber que era nada, retornava.

Azumarill aparentava um extinto mais maternal. Lola gostava daquilo, já Rosa, parecia desejar ter um pouco mais de poder da evolução. O jantar avançou tranquilo e terminava em uma xícara de café e outra de chá para os cadetes, até eles pedirem as chaves dos seus quartos e se despedirem. Dria nem sabe como chegou na cama, pois estava tão cansada que parecia estar levando pedras em suas pernas.

Quando menos esperava, Dria abria os olhos. Estava ainda de uniforme e não viu pegar no sono. As batidas na porta pareciam ter chamado a atenção da garota que acordava às 9 horas da manhã para atender. Na janela, Garuda assustava e acordava, enquanto Vaporeon erguia do tapete, junto com Nidoking. Léo saia de debaixo da cama, aparentemente bêbado de sono e Auros espreguiçava-se da poltrona de quarto. Ao abrir a porta, um homem, que estava na casa dos 40 anos, barba e cabelos negros. Sorridente e, aparentemente, desatento.

- Bom dia. Você deve ser Dria Gralfin. Foi até fácil achar você. Alguns informantes aqui e ali e sabendo que você estava em Grung... Piba! Achei você. Como você está, senhorita?

Era energético o homem e aparentava ser um pouco alegre e falava demais. Ele entrava no quarto sem convite seus fones rosas eram bem chamativos. Ele acenava para todos e acariciava Léo, que ainda com sono, nem notou.

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Dria Galfin em Ter 02 Jun 2015, 17:35

Dria se levantou assustada, meio perdida por ter dormido sem se banhar e muito menos se trocar do dia anterior, respirando fundo a garota passou a mão pelo cabelo tentando deixa-lo apresentável.

Tendo seu quarto invadido pelo homem Dria tentava entender a situação enquanto as palavras do homem apenas a deixavam mais confusa, por fim quando este parou a jovem sorriu se desculpando enquanto se enfiava dentro do banheiro:

- Me desculpa, mas preciso de 2 minutos pra terminar de acordar!

Fechando a porta do lavabo Dria não pensou duas vezes em jogar um pouco de água no rosto encarando seu estado no espelho, não gostando nem um pouco de como estava a garota retirou o paleto do uniforme jogando um pouco mais de água pelo rosto, molhando o cabelo e o empurrando para trás a jovem só se sentiria melhor quando tomasse uma xícara de cafe.

Voltando para o quarto Dria viu Léo tentando se esconder com o egg debaixo de seu travesseiro enquanto o resto da equipe parecia mais disposta, sorrindo de maneira mais calma e educada a jovem coçou a nuca ao perguntar ao estranho:

- Bom quem seria o Sr. mesmo?

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Ayzen em Qua 03 Jun 2015, 09:02

O invasor não era nada discreto. O homem que entrava e nem se apresentava esbanjava um sorriso de político, mas pelas suas vestimentas não era um. Tinha um terno surrado, uma calça relaxada e andava descalço, característica bem peculiar. A menina olhava para ele e entrava no banheiro, pedindo licença. Ao sair, sentindo falta de um pouco de café, ela via o homem sentado na poltrona e cutucando Vaporeon, que parecia agoniada com o que o homem fazia.

- É de verdade?!

A cor de Andrômeda era diferente e por isso chamava bem a atenção. Iroh olhava de forma suspeita o intruso, enquanto Garuda permanecia perto da janela, bicando o vidro pedindo para sair para verificar o movimento que acontecia lá fora. Léo se escondia debaixo do travesseiro com o ovo e Dria ainda sentia a poeira do Mt. Craig na roupa, afinal, o cansaço foi tanto que a venceu antes mesmo da jovem tomar um banho.

- Desculpe a minha falta de educação .. – o homem se levantava e beijava a mão de Dria – Me chame de Bumi, o burguês – o homem dava ênfase na parte do burguês e enquanto falava um Pokémon balão aparecia na janela.

Drifblim, o Pokémon dirigível, acenava, aparentemente um pouco sonolento. Bumi ia até a janela e abria e o Pokémon balão se espremia para poder entrar no quarto. O burguês ajudava retirando-o dali e Garuda aproveitava a brecha e saia do quarto voando. Drifblim invadia o quarto, que ficava pequeno com tanta gente dentro. O balão saia cumprimentando um por um, até achar Léo e principalmente o ovo. Ele erguia o ovo para o alto e mostrava para o seu mestre.

- UUuuuuuu! Um ovo Pokémon!!! A senhorita possui itens muito raros. Quanto quer pelo ovo e pelo Vaporoen verde?

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Dria Galfin em Qua 03 Jun 2015, 12:01

Voltando para a loucura do quarto Dria suspirou, a resposta do homem não a deixava nada feliz mas de todas as formas ainda tentou ser educada, nem por isso a Cadete deixou de notar que estrategicamente Auros estava deitado em cima de sua mochila e com as garras a mostra.

Tendo sua mão beijada a jovem sorriu desajeitadamente, quando sua mão foi solta Dria fez questão de limpar o beijo nas costas da camisa disfarçadamente, enquanto seu quarto era invadido pelo pokemon balão, nesse momento Dria aproveitou para recolher Andrômeda do olhar do Burgues.

Ao ver o Ovo nos tentáculos do pokemon fantasma Dria retirou o sorriso educado de seu rosto, a jovem pegou recolheu o Ovo dizendo de forma rápida:

- O ministro Juju já me fez essa pergunta e a resposta continua sendo. Nao estão a venda!

Recolocando o Ovo em meio ao calor de Léo a jovem apontou para o Drifblim comentando:

- Apenas pokemons de Cadetes podem entrar nas dependências do Dormitório, seu companheiro vai ter que sair!

Ouvindo claramente o bufar de Iroh, Dria cruzou os bracos perguntando:

- Afinal o que você quer?

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Ayzen em Qua 03 Jun 2015, 14:47

Desconfiada da presença do burguês ali em sua frente, Dria dava conta que deveria ter cuidado com o que poderia acontecer ali, afinal, mal conhecia o homem em sua frente, muito menos o Pokémon balão que ocupava muito espaço no pequeno quarto. Com a repreensão de Dria, Bumi sentava na cama e erguia sua Pokébola, recolhendo o seu parceiro, mas seus olhos ainda pairavam sobre o ovo nos braços da cadete. Parecia ter um apreço por surpresas...

Iroh não gostava nada da presença do intruso e não fazia questão de mudar isso. Diante de toda confusão, Garuda pareceu sumir na cidade e a visão da cadete não era capaz mais de procurar a ave. Léo envolvia-se no ovo, mais preocupado em protege-lo do que em aquecê-lo. Auros já mantinha seus olhos na mochila, deixando claro que se o intruso for pegar algo dali sem ordens, teria que passar pelas garras ferozes dele.

- Calma, calma, senhorita Desconfiada. Estou aqui porque o museu contratou Holly para poder levar as pedras que a senhorita comentou para o museu. Meu dever é levá-las pelo preço justo. – dizia dando ênfase em “preço” e em “justo” – O museu que me enviou, se quiser, pode ligar. Além do mais, quem seria o gênio que viria no segundo lugar mais seguro de Grung e roubaria uma cadete? Nem gangsteres são tão idiotas... – ria de forma escandalosa – Então, quanto você quer por elas?

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Dria Galfin em Qua 03 Jun 2015, 15:25

Sorriu mais feliz quando o pokemon balão foi recolhido, ouvindo as explicação do homem a jovem relaxou um pouco enquanto respondia:

- Nao duvide das capacidades suicidas deles!

Sentando-se na cama a jovem puxou a mochila com Auros em cima dizendo:

- O Museu estava oferecendo mil por cada pedra e menos do que isso eu não aceito!

Retirando as duas pedras oferecidas Dria apenas revelou as duas mantendo-as em sua mão.

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Ayzen em Qua 03 Jun 2015, 15:32

A morena fazia graça com o burguês que ria de forma escandalosa e concordava com ela. Agora, Dria fazia sua oferta e no momento era bastante justa, mas o burguês não reagia, nem positivo, nem negativo por ela. O homem pareceu pensar um pouco. Retirava uma calculadora do bolso do seu casaco e fazia várias contas, algumas um tanto complexas ou sem sentido, o que justificaria a recruta não entender nada. Mesmo sabendo que era um burguês comum, Auros permaneceu sobre a bolsa e Léo envolvia o ovo. Iroh continuava encarando o burguês e Garuda voltava, pousando na janela de novo e com um roedor no bico...

- Sim, o preço é justo... Mas acontece que precisamos repensar esse “não aceito por menos do que isso”. Sou um homem de negócios e como fui mandado para cá, isso requer custos. Eu pago Pk$1,900 por elas, para descontar o envio dos itens. Que tal?

A oferta era um pouco menor do que Dria pedia, mas já era de se esperar, uma vez que era um comerciante, ele iria tentar sempre comprar o mais barato que possuía, mas sabendo que Dria conhecia o valor das pedras, ele não poderia abaixar mais do que aquilo.

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Dria Galfin em Qua 03 Jun 2015, 16:18

Dria apenas sorriu com as palavras do homem, a jovem pensou nas possibilidades e de certa forma estaria ganhando quase o preço interino das pedras, claramente havendo apenas o desconto do envio.

Demorando um pouco para responder apenas para se fazer de difícil a jovem concordou com a cabeça dizendo:

- Você é bom no que faz! Tudo bem eu aceito os 1900, não posso pedir um preço mais alto já que de qualquer forma o envio deve ser pago!

Comentava a garota acariciando a cabeça de Auros.

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Ayzen em Qui 04 Jun 2015, 14:41

A cadete parecia concordar com o preço que o burguês pedia. Para Dria, era um valor justo, uma vez que ela teria que pagar para a estação de trem enviar. Bumi ficava feliz e sua reação foi usar seus pés descalços para coçar um ao outro, cena bem deselegante quando Dria percebeu que o senhor tinha unhas muito grandes. Mas depois de concordar, a troca era deita. Dria recebia o valor mencionado e Bumi recebia as pedras, que foram envolvidas em toalhas e colocavam no bolso junto da calculadora.

- Você não vai se arrepender! – dizia lançando Drifblim para fora do quarto. Bumi pulava e aterrissava no corpo de balão do Pokémon dirigível e um vento soprava, levando o balão e o comerciante para longe – Aqui está meu número. Precisando de qualquer coisa, qualquer coisa, me liga...

Bumi saia voando sobre seu Pokémon fantasma pelos ares de Grung. A cidade era grande e alta e por conta disso os ventos eram constantes e não demorava para o homem sumir. Só restava saber se para onde os ventos sopravam levava o burguês para onde ele queria ir. No quarto, entrava um cartão feito de papel ofício e caneta preta, tudo à mão, contento o contato do burguês...

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Dria Galfin em Qui 04 Jun 2015, 17:07

Assim que o homem ganhou os ares de Grung, Dria sorriu sentindo-se ainda cansada com o dia anterior e a manha agitada.

Revistando suas coisas com rapidez a jovem não demorou para ir tomar um banho, um pouco de água quente lhe faria bem enquanto deixava que o cochilo de Léo durasse mais um pouco, estava desperta demais para voltar a dormir e cansada demais para pensar em fazer qualquer coisa antes do meio dia.

Depois do banho demorado e relaxante Dria resolveu ir tomar um cafe da manha e testar os ânimos de Lirio com a possibilidade de ir para o Festival de Inverno antes de voltar para Nyender.

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Ayzen em Qui 04 Jun 2015, 21:15

A morena ainda continuava cansada por conta do dia que passou. Dria parecia um pouco sonolenta, então optava por um bom banho. Vaporeon e Iroh esticavam o corpo, enquanto Auros fazia rodeios em sua poltrona e descansava mais um pouco. Léo aproveitou que estava acobertando o ovo e dormia mais um pouquinho, enquanto Garuda ficava fitando um a um, ainda desconfiada de todos, mas sem muito motivos. A ave era mais reservada e não tinha muita amizade com os Pokémons da cadete...

O banho correu bem. Logo Dria estava limpa e pronta para um café, o que acordaria, mesmo sendo já 10h15 da manhã. A morena antes foi no quarto do lado, deixando Léo dormindo, já que esse ainda fazia birra para sair da cama, com o ovo. Dria e sua trupe bateram diversas vezes na porta do quarto do aprendiz, até o menino abrir, com uma cara de sono muito séria. Dria teve que esperar Lírio tomar um banho para despertar. Azumarill era a única que estava disposta, tanto, que começava a arrumar o quarto do mestre. Rosa, Lola e Natsume ainda dormiam.

Depois de um tempo, Léo aparecia no quarto com o ovo em suas patinhas e foi só o elétrico ver o seu parceiro de fogo e a corrida no quarto do menino começava. Umi repreendia os dois pela bagunça, mas logo acabava e o grupo descia ao refeitório, que estava vazio de pessoas e de comida também. Parecia que as coisas já teriam sido recolhidas para se preparar para o almoço.

- Vocês querem café?

A pergunta pareceu, mas a dona da voz não. Lírio e Dria olhavam para o lado, até Andrômeda puxar a barra da calça da morena e ela perceber uma figura baixinha, cabelos curtos e óculos fundo de garrafa. A mulher vestia roupas brancas e no broxe na altura do peito estava escrito “Chef”.

- Vocês cadetes são todos iguais. Não chegam na hora certa, não come na hora certa. Por isso que perdem a forma logo. Olha só para esse menino, quase um anémico. – a mulher que parecia ser a chef da cozinha cadete falava rápido e empurrava o grupo direto para a cozinha. Lírio ficava choroso quando era comparado com um anêmico, mas nem retrucou. – parece que temos que sempre fazer suas vontades e tal e nada pare tão cansativo do que isso. Semana passada eu fui pedir um aumento, mas eles diziam “não, não, não é bem assim”, bem assim o que? Eu acordo cedo para fazer a comida e durmo tarde para isso e vocês não dão nem bola...

A mulher falava para as paredes e não necessariamente para Dria e Lírio. Ela chegava na cozinha, que era grande e movimentada. Os funcionários trabalhavam de forma constante e era só a baixinha mais o grupo de Dria chegarem que os funcionários colocavam uma mesa no meio da cozinha, com três cadeiras. A mulher baixinha estalava os dedos e logo um café da manhã estava em cima, colocado pelos funcionários. Lírio comia quietinho, ouvindo a baixinha, que não era tão chato como Bumi, mas parecia bem tagarela.
- Pois, meu jovem, pode comer. O que sua mãe diria se te visse assim? Tão jovem e cheio de perigos ao seu redor. E você moça? Não come por que? Tá ruim? Se tiver eu mando esses panacas fazerem de novo. Pedi funcionários novos, mas eles mandaram esses... Fazer o quê?

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Dria Galfin em Sex 05 Jun 2015, 12:30

Ainda lutando contra o sono Dria esperou pacientemente por Lirio em seu banho, mais do que nunca ambos precisavam de descanso e tempo para se recuperar da missão executada. Vendo Umi arrumar o quarto e ralhar com Léo quando este quis começar a bagunçar Dria sorriu, a roedora havia sido uma boa escolha como companheira de Lirio.

Por fim quando ambos estavam prontos e desceram para o refeitório não foi de se estranhar que o mesmo ja estivesse vazio, o que surpreendeu o grupo foi a Chef baixinha e cheia de personalidade, seguindo a mesma ambos os Cadetes estranharam o grande movimento da cozinha.

Sentando-se na mesa em que a Chef mandara por Dria sorriu de forma educada se servindo de uma boa caneca de cafe quente com leite enquanto comentava da melhor forma possível:

- Desculpa por termos chegado tao tarde, ontem foi um dia puxado. Embora isso não seja desculpa para não se importar com seu trabalho!

Comendo o suficiente para se alimentar e ainda esperar pelo almoço Dria esperaria um bom momento para conversar com Lirio sobre o festival antes de voltar pra casa.

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Ayzen em Sex 05 Jun 2015, 15:50

Off: Não estou mais recebendo email por suas postagens '-'



- Claro, claro. Foi isso que o administrador do prédio falou.... “Ah, eles vivem em missões. Alguns dão duro por Shinki e chegam tarde...” Eu acho que toda refeição é importante, afinal, se falta um, acabou. Vocês precisam entender isso. Olha para esse menino! Anorexia, com certeza. Sou médica, mas sei ver um desnutrido quando vejo um...
- Eu? – Lírio retrucava.

A chef continuava falando e falando, aparentemente a bronca ou a conversa era longa, Dria não conseguia entender se ela estava desabafando ou reclamando, mas para a alegria da menina, a mulher logo se despedia para poder provar a comida, afinal, logo o almoço seria servido e ela fazia questão de provar tudo antes que fosse para o prato dos cadetes.

- Você acha mesmo que eu estou muito magro? - O aprendiz começou a se apalpar para poder saber se realmente estava magro. – Acho que preciso só descansar e hibernar uns dois dias. – fazendo graça, Lírio deitava a cabeça na mesa, mas logo erguia quando a chef gritava para um funcionário dizendo que tinha errado o molho. Para conserta, a baixinha colocou apenas uma pitada de orégano, o que para a recruta não faria muita diferença...

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Dria Galfin em Sex 05 Jun 2015, 16:12

Dria ouviu as palavras da mulher com um sorriso educada no rosto, na verdade o mais educado que tinha, por fim quando a mulher saiu e os dois puderam escorregar para fora da cozinha Dria não perdeu tempo em bagunçar o cabelo de Lirio dizendo:

- Você me parece bem, ainda esta em idade de crescimento e logo deve engordar um pouco!

Esticando-se um pouco a jovem sorriu perguntando:

- Você quer ir pro Festival de Inverno antes de voltarmos para Nyender?

Lirio pareceu ponderar sobre a questão concordando com a ideia, ambos sabiam que ainda ficariam juntos por pouco tempo e um pouco de diversa o seria bom:

- Posso ficar na cama hoje?!

Dria riu da pergunta bagunçando mais ainda a cabelo do aprendiz enquanto respondia:

- Aproveite! Eu vou visitar as Irmas do Orfanato e dar uma caminhada!


Deixando que Lirio seguisse de volta para seu quarto Dria seguiu para fora do Dormitório querendo rever a cidade em que nascera.

Off: Estranho, vê se a opção "Avisar-me quando uma resposta for postada" ta marcada nas respostas

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Ayzen em Sab 06 Jun 2015, 12:46

Off: Tá sim, não tô entendendo '-'


Após combinar com Lírio para irem para o festival em Erobing, a menina saia, deixando o aprendiz regressar para seu quarto com sua trupe. A morena seguia pela cidade e via o movimento naquela manhã. Diante do que acontecia ali, Dria se via diante de uma cidade ventosa, apesar do sol estar a pino. A cadete caminhava com postura. Algumas pessoas davam bom dia, surpreendendo a menina, que estava acostumada com o mal humor de Chermont.

Subindo e descendo elevadores e pontes, a menina seguia andando em direção do orfanato, sem perder o foco na beleza da cidade. Do alto de alguns prédios se via alguma vegetação verde e alguns Ledybas voando de um prédio para o outro. Alguns pikachus e pichus se escondiam entre as falhas do prédio. Alguns pidgeys voavam e até um Abra era visto se teleportando.

A menina caminhava tendo nostalgia o tempo todo das ruas até chegou ao orfanato em que foi criada. Algumas imagens eram deixadas para trás e a menina entrava, vendo várias crianças e adolescentes correndo, outros assistindo televisão. A construção simples, porém, rígida e segura, estava diferente. Mais nova e alegre, embora um menino gordinho estava sentado no chão chorando, como o Azurill do orfanato ao lado.


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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Dria Galfin em Sab 06 Jun 2015, 15:07

A nostalgia de voltar a caminhar pelas ruas de Grung só era superada pela educação das pessoas a sua volta, desacostumada a isso Dria sorria de forma educada a cada cumprimento, um misto de lembranças faziam com que os passos da Cadete fossem lentos, Auros saia de sua pokebola por vontade própria esfregando-se nas pernas de Dria.

Um sorriso saudoso acompanhou a caminhada, os olhos azulados de Dria se perderam na faixada do orfanato, com um suspiro longo a garota adentrou no lar de seu passado, a vida que corria pelos corredores conhecidos fez com que Dria sorri-se feliz, apesar de ter deixado o orfanato as lembranças boas ainda lhe saltavam a mente.

Observando o menino chorando a jovem se aproximou sentando-se ao lado deste sem ao menos pedir permissão, estar de volta ao velho e diferente orfanato lhe dava mais segurança do a própria Cadete imaginava. Auros farejou o menino antes de tentar entrar em meio aos bracos deste ronronando:

- Olha só, acho que ele gostou de você!

Comentava Dria acariciando as costas do felino.

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Ayzen em Seg 08 Jun 2015, 11:06

Off: Voltei a receber! )o)


Com uma autoridade de moradora, Dria parecia conhecer cada espaço dali, apesar da pintura renovada e dos velhos buracos no assoalho. A menina sentava-se ao lado do menino de grandes bochechas, que ainda choramingava, apesar de sentir que tinha alguém ao seu lado. A surpresa foi maior quando Auros, que havia saído da sua esfera para passear com Dria, envolvia-se nos braços do menino, assustando-o. Normalmente Meowths davam esse efeito!

Depois que sua mente processou o que estava acontecendo, o rapaz abraçava Auros, fazendo o gatuno ronronar, mostrando uma personalidade pouco conhecida de um Pokémon-cadete. As risadas do menino eram gostosas de se ouvir, tanto que Dria nem reparou a irmã se aproximando, com seu olhar bondoso e uma saudade claramente estampada na frente de seu rosto.


- Dria! Fico feliz que tenha vindo... Não sabe o quanto nós ficamos feliz de tê-la aqui.

A menina se levantava, abraçando a responsável pelo local. Irmã Yukiko era claramente um sinal de paz. Seus olhos, sempre preocupados, pareciam deparar-se diante da menina que foi muito importante para aquele orfanato, mesmo todos sendo. Com uma bondade fora do comum, Dria acompanhava a irmã até a cozinha, onde outras freiras trabalhavam para por aquela imensa mesa com comida para todas as crianças.

De longe, irmã Consuelo reconhecia a morena recruta e largava o que estava fazendo para ir até Dria. O seu abraço de urso era bem característico, assim como sua risada que parecia muito com uma sirene do que como de fato uma risada. A mulher era do tamanho de Dria, mas tinha três vezes o peso da morena, formando um poço de fofura.

- Dria Gralfin! Nossa, como você está linda! Deve tá namorando já. Uma moça feita! Me conte tudo, tudo mesmo.- Irmã Consuelo abraçava Dria como se nunca mais fosse soltar.
- Irmã Consuelo, acho que ela precisa respirar para nos contar sua aventura como cadete. – advertia brincando, Irmã Yukiko.


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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Dria Galfin em Seg 08 Jun 2015, 12:00

Dria sorriu ao ver o menino corresponder ao carinho de Auros, o gato pareceu mais alegre ronronando com gosto enquanto Dria bagunçava de leve o cabelo do garoto, a voz da irmã Yukiko fez com que a garota olha-se para cima sorrindo.

O abraço apertado da jovem nas freira era apenas o reflexo da saudades e amor que sentia por aquele lugar, se despedindo do menino com um aceno Dria seguiu Yukiko pelos velhos corredores de sua infância.

O cheiro único da cozinha do Orfanato tomou as narinas de Dria com ferocidade, da mesma forma em que a jovem era abraçada pela Irmã Consuelo, quando criança Dria nunca conseguira unir suas mãos ao abraçar a enorme Irmã e ao seu parecer também não conseguiria o feito quando adulta.

Ficando vermelha sobre o comentário de namoro Dria balançou a cabeça dizendo:

- Se eu tivesse tempo de respirar talvez eu tivesse tempo de arranjar um namorado!

Dando um beijo na testa da matrona Dria sorriu ao comentar:

- Pode me soltar agora eu preciso respirar!

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Ayzen em Seg 08 Jun 2015, 14:23

As risadas corriam na cozinha, enquanto Dria revia suas tutoras. Natu aparecia no alto, usando seus poderes sobrenaturais para pôr a mesa, enquanto rodopiava na presença da cadete. As irmãs todas unidas cooperavam para conseguir terminar o trabalho antes do almoço. As irmãs Consuelo e Yukiko paparicavam a menina, até porque estiveram mais perto de Dria quando pequena. As duas pareciam felizes em ter a menina ali perto.

- Como tá forte... Uma cadete! Que orgulho... – Yukiko puxava a menina para uma mesa reservada, enquanto as freiras montavam aquela. As duas irmãs, Auros e Dria foram para uma sala mais reservada, enquanto as outras chamavam as crianças para comerem.

Em uma sala grande, com sofá bem acolchoado, Dria reparava o grande aquário com o Lumineon dentro. A menina lembrava-se bem daquela sala. Era onde os pais iriam para conversar com as irmãs, quando queriam adotar uma criança. O peixe-borboleta alegrava-se ao ver Dria, lembrando-se das vezes que a menina a alimentava, mesmo fora de hora. As irmãs iam até o sofá, enquanto Dria reparava no mural na parede, tendo até uma foto dela com um amigo de infância, Eren.

- Conte-nos tudo! Como está sendo sua jornada? Espero que esteja dando tempo para cuidar da alimentação. É muito importante... – advertia irmã Consuelo.
- Claro, estou tão ansiosa. Vai segurando ai, que vou trazer o almoço. Claro que vai comer conosco... – dizia a irmã Yukiko.

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

Mensagem por Dria Galfin em Seg 08 Jun 2015, 15:50

Ser paparicada pelas duas Irmãs fazia com que Dria sorrisse de forma boba, sendo guiada por Yukiko para uma mesa onde pudessem ficar mais a vontade Dria se viu de volta ao escritório da mais da irmã.

As fotos de seus velhos amigos fez com que Dria perdesse algum tempo em suas memórias, já perto do aquário a garota acariciou de leve o vidro do mesmo, conhecia bem o belo peixe que o habitava, Auros por sua vez tomava posto no colo da Irmã Consuelo enquanto Yukiko ia buscar o almoço das três, para a jovem não havia como recusar o convite.

Sentando-se ao lado da matrona Dria sorriu perguntando:

- Como andam as coisas por aqui?

A jovem esperaria por Yukiko para contar de suas ultimas missões e de como a vida de Cadete era mais puxada do que imaginara
.

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Re: Cap. 10 - De volta a Cidade Natal

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