Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

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Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Moon_fire em Qui 12 Fev 2015, 22:20

off: esse Pichu apareceu na minha ultima rota, mais informações sobre ele estão lá ^^



Chegando em Grung pelas mesmas ruas que havíamos usado a um tempo para fugir para Seimei, convenci Erick e Gligar a voltarem para a suas pokeballs, ficando só com Pichu, torcendo para que assim nós não chamássemos muita atenção. Anthony continuava choramingando e reclamando que queria muito ir em um hotel (cinco estrelas, é claro) tomar um banho e comer alguma coisa descente e sempre que eu falava o que nos impedia de fazer isso além da falta de dinheiro, ele começava a falar de irmos logo para a delegacia, então logo comecei a prestar atenção só no Pichu e no caminho.

Pichu ainda estava muito triste depois de tudo e eu não podia culpá-lo, já que foi obrigado a ver seus pais serem sacrificados e quase sofreu o mesmo destino, tudo isso em menos de uma tarde. Passar um tempo em um hotel bom, comer alguma coisa e aproveitar um dia de descanso faria muito bem para todos, ainda mais para mim, que estava com os cabelos um pouco arrepiados por causa dos choque do Pichu, toda suja de terra e folhas, precisando urgentemente de um banho....

Era tentador demais lembrar que eu tinha dinheiro o bastante para passar uma noite no hotel Kazumi, então concentrei meus pensamentos em achar o caminho até a igreja, onde eu deixaria o Pichu para ficar protegido e imploraria para poder tomar uma ducha rápida. Também fiquei atenta a todos que passavam por nós, temendo que alguém alertasse os cadetes, mas me concentrei mais em distrair o pequeno Pichu, apontado para vários lugares e perguntando se ele conhecia aquela parte da cidade, contando um pouco sobre Nyender e suas belas cerejeiras....

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Alice em Dom 15 Fev 2015, 21:03

off: estou assumindo sua rota ^^ espero que se divirta ;D


Apesar dos pés doloridos, Lucia seguia pelo caminho que ainda se recordava bem até demais. Fazia uma semana desde que fugira daquela cidade em direção à floresta, contudo seus olhos miravam para onde os cadetes estiveram naquela época como se tudo tivesse ocorrido naquela manhã. De certa forma essa semana fora boa, sem a sombra constante da suposta justiça de Shinki. O Pichu entristecido em seus braços lhe fazia dizer comentários agradáveis e perguntas gentis, na expectativa de animar o pequeno roedor, tentativas que não eram tão bem sucedidas.

- Já falei que quero um banho e uma massagem nos pés? - Anthony comentava pela enésima vez e, pela enésima vez era ignorado por Lucia.

A Exilada possuía muito na mente para se importar com os protestos de seu colega de viagem forçado. Tentar esquecer o desejo por um banho e o fato de ter dinheiro o suficiente para pagar por uma noite em um belo hotel se mostrava fácil quando avistava ao longe um cadete e lembrava-se da razão de ter corrido tanto para aquela cidade: Angela seria transferida em três dias. Por sorte chegara a tempo na cidade e ainda teria a oportunidade de tentar planejar como invadir a delegacia e libertar a ex-cadete.

Em algumas horas, tempo suficiente para que a luz do sol ultrapasse os prédios mais altos e iluminasse a cidade por completo, Lucia chegava finalmente em frente à igreja que lhe dera abrigo pela primeira vez. Um rosto amigo seria mais do que bem vindo. Contudo, ao entrar no prédio branco, não encontrou o padre que lhe socorrera.


- Posso ajudá-la? - Uma mulher de longos cabelos azuis e com o Natu no ombro lhe perguntou, aproximando-se com calma, sem esboçar qualquer sorriso ou receio no olhar. Natu, por sua vez, parece ter reconhecido Lucia, piando para a Exilada de forma alegre.

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Moon_fire em Seg 16 Fev 2015, 00:21

off: Ali \o/ também espero que se divirta \o/



Com meus pés já desistindo da ideia de descanso, passando só a doer a todo o momento, continuei tentando distrair o Pichu e não me perder no meio daquela cidade vertical. Anthony continuava com as reclamações e como eu não tinha nenhum relógio que não fosse um dos nossos celulares, que eu não ligaria a menos que fosse muito necessário, comecei a usar as reclamações dele para marcar o tempo.

- Antes era um banho, massagem completa e pedicure.... já ta mudando de ideia? - Comentei ajeitando Pichu no meu colo e parando um pouco para tentar decidir qual era o caminho certo, sendo salva apenas por ver um degrau de um dos prédios onde eu havia tropeçado no meio da fuga. Aquele era o caminho e com Anthony agora aproveitando para colocar outros itens na lista de desejos, continuamos andando.

Me localizar naquela cidade estranha já era um desafio enorme, ainda mais com Anthony o tempo todo questionando se não devíamos ir para o outro lado ou simplesmente ir logo para a delegacia resolver toda aquela confusão, então parei de ouvir. Parei de respirar no momento em que vi um cadete um pouco mais a frente, mas felizmente ele não nos viu e nem ouviu Anthony ainda reclamando.

Ver ele conseguiu me assustar muito, mas também me lembrou o porque de ainda estarmos na cidade em vez de simplesmente entrar e sair na rua ao lado, direto para a rota 7. Ângela estava presa em algum lugar da delegacia em Grung e eu tinha três dias para fazer alguma coisa antes que a transferissem para Nyender. Era horrível não ter a menor ideia do que fazer, mas eu esperava conseguir planejar algo bom antes que fosse tarde demais....

Aproximadamente alguma horas depois, mas precisamente depois de umas vinte ou trinta reclamações do Anthony, pude apontar para o Pichu as portas da igreja, onde eu esperava que fosse o novo lar do pokemon e um lugar em que eu ao menos pudesse me sentar por alguns minutos em paz. Tive que me conter para não rir um pouco quando lembrei da vez em que tínhamos entrado ali atrás da pokeball perdida de Erick, só para encontrar ele vomitando tudo bem no meio da igreja.

O lugar continuava lindo como eu me lembrava, com todos aqueles vitrais mostrando como deviam ser os pokemon lendários, dando mais destaque a Arceus, é claro. Pichu ficava impressionado e até arriscou subiu no meu ombro para ver melhor, mas assim que ouvimos passos, o pokemon voltou para os meus braços, talvez temendo ser outro giratinista. Eu já estava sorrindo, me preparando para me desculpar com o padre pelo incomodo, mas assim que eu vi uma garota se aproximando com o Natu, fiquei completamente confusa.

- Pode, por favor. Eu preciso falar com o padre sobre alguns assuntos, começando com esse Pichu. Ele e a família foram atacados por uma giratinista e só consegui salvar ele, então eu vim perguntar para o padre se ele podia cuidar desse Pichu. - Falei imaginando que ela fosse alguma seguidora de Arceus de passagem ou talvez até fazendo o tal "teste de fé", mas principalmente torcendo muito para que o padre cuidasse do Pichu e não me odiasse por ter voltado depois de toda a confusão que eu causei....

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Alice em Ter 17 Fev 2015, 11:23

A estranha de olhos azuis continuou séria e calma perante as palavras de Lucia. A Exilada, por sua vez, esperava encontrar logo o padre, torcendo para que ele não ficasse bravo pela confusão da outra vez e que aceitasse cuidar do Pichu que ela resgatara. O pequeno roedor permanecia no colo da ex-gladiadora, ainda sem saber se poderia ou não confiar na estranha de cabelos azuis.

- Venham comigo, por favor. - Ela pediu após alguns minutos em silêncio que pareceram uma eternidade para Lucia.

Ainda sem conhecer a identidade da mulher, a exilada a seguiu ao reconhecer o caminho para a casa do padre atrás da igreja. O lugar parecia exatamente como antes: simples e aconchegante, porém o homem que a ajudara a fugir da outra vez ainda não era visível. A outra mulher, ainda sem se apresentar, colocava a chaleira sobre o fogão e, em poucos minutos, uma xícara com chá era oferecida para cada um. Pichu ainda se mantinha no colo de Lucia, aguardando mais um pouco para saber o que fazer.

- Pichu teve muita sorte de encontrá-los. - A mulher começava, ainda sem falar do padre. - E pode ter certeza que ele terá um lar na igreja de Arceus, se ele assim quiser. - Ela complementava, mirando o elétrico. Antes que Lucia pudesse perguntar quem era a estranha, a mulher ergueu os olhos a mirando e a calando só com o olhar. - Me chamo Marie Consuelo Kabnaj. - Ela dizia após alguns minutos. - E sou a nova responsável pela Igreja de Grung.

Lucia apertou Pichu em seu colo, querendo saber o que aconteceu com o padre anterior, porém com medo de perguntar. Os olhos começaram a correr pelo aposento instintivamente pelo cômodo, se deparando com algo que lhe dizia mais que muitas palavras. Em cima de uma cômoda, abaixo da imagem de Arceus, havia uma foto do padre antigo, com uma vela de cada lado. Quando Marie, após alguns bons minutos de silêncio, começou a falar, Lucia já sabia o que ela iria dizer.

- O padre antigo tentou intervir em favor de uma mulher, há uma semana, porém segundo os cadetes ele os atacou e, enquanto tentavam imobilizá-lo, ele acabou morrendo... - Marie contava a história que saíra para a mídia. Para Lucia, parecia que aquela não era toda a verdade, parecia que faltavam alguns detalhes.

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Moon_fire em Qua 18 Fev 2015, 23:21

Com Pichu em meus braços, apenas observando tudo e olhando para a seguidora de cabelos azuis, fiquei esperando uma resposta, torcendo para o padre não estar em algum outro lugar ou que se ele estivesse em casa, não ficasse muito bravo por eu aparecer mesmo sabendo dos riscos. Anthony não estava se importando muito com a conversa, aproveitando o momento para arrumar se cabelo e ficar se admirando naquele espelho de bolso dele.

Quando ela finalmente falou não foi nenhuma resposta clara, então ainda fiquei um pouco apreensiva, mas a segui esperando que ao menos conseguisse fazer ela aceitar o Pichu por ali e depois explicar tudo para o padre caso ele realmente não estivesse, como tudo parecia me indicar. O caminho eu já conhecia e logo Anthony perguntou do jeito "sutil" dele se tinha algum banheiro descente para ele se lavar, o que me deixou extremamente envergonhada e sem saber o que dizer, então apenas continuei seguindo a mulher.

Logo chegamos a pequena casa do padre, onde infelizmente ele não estava a vista, então fiquei apenas observando tão curiosa quanto Pichu, enquanto observava a tal seguidora de Arceus começar a preparar um chá e agir como se a casa fosse dela. Já imaginando que devia ser algo comum entre seguidores de Arceus, ou talvez ela fosse apenas muito amiga do padre e já conhecesse a casa o bastante para se sentir a vontade, me sentei em uma cadeira próxima e fiquei apenas esperando.

Fiquei animada quando ela disse que Pichu poderia ficar ali, um lugar onde ele com certeza estaria seguro de outros giratinistas e de qualquer outro perigo até ficar forte o bastante para poder ir viver sozinho, mas não pude deixar de ficar incomodada por ainda não saber onde o padre estava. Sem aguentar mais todo aquele mistério, já ia perguntar quem era ela e onde estava o padre, mas quando ela me olhou com aquele olhar tão profundo, que engoli as perguntas junto com o chá, mas quase cuspi tudo quando ela disse que era a nova responsável pela igreja de Grung.

A minha sorte foi que eu já estava sentada e com a xícara já em uma superfície segura, se não já estaríamos no chão e eu nem me importaria tanto com isso. De imediato eu á quis saber o que tinha acontecido, mas ao mesmo tempo, tinha muito medo de ouvir o que tinha acontecido com o Padre. Antes que eu pudesse perguntar ou a Seguidora falar alguma coisa, comecei a olhar em volta o mais rápido que pude, talvez com uma esperança de ver um cartão postal do Padre contando sobre como era a igreja que ele cuidava agora ou até mesmo ele escondido, simplesmente não querendo falar comigo depois de toda aquela confusão, mas o que eu vi destruiu completamente as esperanças que eu tinha.

Por um tempo fiquei olhando apenas para a cômoda, sem ouvir ou ver mais nada além da imagem de Arceus bem acima de uma foto do padre. As duas velas de cada lado da foto, o tempo que Marie demorou para tocar nesse assunto. Não demorou mais do que alguns segundos para que eu entendesse tudo o que tinha acontecido e já não quisesse ouvir mais uma única palavra que Marie tinha a dizer.

Ainda assim ela falou, só confirmando quase tudo o que eu tinha imaginado vendo aquela foto e lembrando de tudo daquela noite, como tudo estava quando simplesmente fugimos correndo das balas. Não me surpreendi por a história que ela contou ser tão curto e sem detalhes, já que dificilmente alguém além de mim sabia a verdade. Naquele momento eu não tinha coragem de olhar para ninguém, principalmente para o Natu, que tinha me cumprimentado depois de tudo o que eu tinha causado.....

- Pichu.. aqui vai ser seu novo lar, eles vão cuidar muito bem de você. Seja bonzinho e se cuida. - Falei com uma voz quase sem emoção, colocando Pichu de lado e já me levantando para ir embora. Em nenhum momento levantei o olhar ou tentei falar qualquer outra coisa. O banho, a fome já não me importavam mais, eu só queria ir embora e nunca mais entrar em uma igreja de Arceus. Uma lágrima escorreu pelo meu rosto enquanto eu só conseguia pensar que a culpa era só minha.....

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Alice em Sex 20 Fev 2015, 11:37

- Não faça o sacrifício dele ser em vão menina.

Lucia parou na porta da casa, a cabeça ainda baixa. Marie nem mesmo a olhava, esquentando um pouco de leite com canela para o pokémon elétrico que estava confuso com toda a situação. Anthony ainda mantinha-se bem sentado e, aproveitando a ausência de Lucia, apoiou os pés na cadeira antes ocupada pela exilada. O ex-gladiador só reclamava que seus belos pés ainda não queriam andar de novo, então dali ele não pretendia sair.

- O padre viu bondade em você, ele fez o que achou certo. Ele quis te proteger. Se sair assim, os cadetes não irão lhe poupar, ainda mais depois do jornal de ontem.

As novas palavras chamando a atenção da exilada que, rapidamente, limpava o rosto e voltava a mirar Marie. A dor no coração ainda era forte e a sensação de culpa era sufocante. Contudo, por mais que o desejo fosse de fugir daquela casa e de Natu, que parecia não a culpar, as palavras eram misteriosas, deixando Lucia intrigada. O jornal de ontem contaria os fatos do dia anterior, quando estava na floresta... Então qual seria sua relação com ele?

A ave psíquica pousou ao lado de Pichu, estendo a asa sobre o ombro do roedor e o acalmando, enquanto a Seguidora entregava uma pequena xícara com o leite morno para o elétrico. O filhote provou o líquido, logo o tomando de forma voraz. Os olhos da gladiadora, seguindo os movimentos da nova responsável pela igreja, querendo saber até onde a mulher sabia das histórias, o que havia no jornal, contudo Marie tinha o péssimo hábito de ficar longos minutos em silêncio, refletindo no que contaria.

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Moon_fire em Sex 20 Fev 2015, 17:20

Ignorando Anthony reclamar que não daria mais nenhum passo, já que seus pés ainda estavam doendo muito, ajeitei a mochila em minhas costas e já estava praticamente na porta, pronta para sair já sabendo que Anthony viria correndo para me alcançar, quando Marie voltou a falar. Naquele momento fiquei apenas parada, quase prendendo a respiração enquanto pensava se realmente tinha escutado direito.

Não tinha como ela saber que eu era a culpada por tudo o que tinha acontecido e mesmo se soubesse, seria a versão que os cadetes haviam contado, provavelmente alertando para não confiar em mim, deixando algum cartaz de procurada com ela. Mas algo me dizia que não era bem isso, o que me deixava cada vez mais confusa... Sera que ela sabia mais do que tinha acontecido aquele dia do que parecia?

Me fazendo ao menos deixar de lado a ideia de sair correndo para longe, Marie conseguiu me deixar curiosa e bem mais confusa. A parte de que os cadetes estavam esperando que eu aparecesse a qualquer momento á não era nenhuma novidade, já estava mentalmente preparada para ter que fugir a qualquer segundo desde que pisei de novo em Grung, mas o que poderia ter sobre mim no jornal do dia anterior, sendo que eu estava fora da cidade até pouco tempo atrás?

Secando as lágrimas do meu rosto, voltei a olhar para Marie, esperando que ela continuasse a explicar ou simplesmente me entregasse o jornal para que eu mesma pudesse ler a noticia. Ainda não estava com coragem de olhar para Natu, então fiquei observando a seguidora esquentar um pouco de leite para o Pichu e logo depois continuar em silêncio, como se estivesse pensando muito em alguma coisa.

- Eu estava em Seimei até agora, antes disso em Mitsue... o que pode ter sobre mim no jornal além do meu cartaz? - Perguntei não aguentando mais não saber o que poderiam ter escrito sobre mim. Naquele momento não conseguia imaginar nada, então fiquei esperando a resposta de pé onde estava, já que Anthony já tinha ocupado o meu lugar.

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Alice em Dom 22 Fev 2015, 10:43

- Eu acredito em você criança. - Marie começava a falar, sem no entanto responder à pergunta de Lucia. - Mas antes, acho que seria melhor você tomar um banho e descansar um pouco. Acredito que você terá muito trabalho nesta cidade. - A fiel comentava retirando um galho ainda com folhas verdes do cabelo da exilada, se afastando logo depois com um convite mudo para que fosse seguida.

Anthony não precisou de muito mais para se erguer. A oferta de um banho o fazia sonhar com uma bela banheira, além de espuma e sais de banho, com um toque de velas perfumadas e música ambiente. Contudo, ao seguirem a Seguidora, a dupla se deparou com um banheiro simples e funcional, como era de realmente se esperar.

Natu ficara com Pichu na cozinha, fazendo companhia para o rato enquanto este terminava seu leite quente com canela, e Lucia agradecia por isso. Seu coração estava confuso e apertado, as emoções eram conflitantes e a mente tinha dificuldade em definir qual era a prioridade naquele momento. Os longos dias na floresta pareciam distantes demais, mesmo tendo feito somente algumas horas desde que a abandonara.

- Estarei esperando na cozinha, preparando o almoço. - Marie comentava antes de se afastar. Lucia não precisava perguntar, sabia que após o almoço receberia o jornal para ler. Essa ciência criava mais um conflito em seu coração entre a vontade de saber e o medo de saber.


off: sorry a demora =x

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Moon_fire em Seg 23 Fev 2015, 01:46

off: sem problemas ^^



Percebendo que eu não conseguiria nenhuma resposta, a não ser quando Marie resolvia responder diretamente, deixei Pichu aos cuidados de Natu e fui com Anthony até um banheiro muito simples. Ele logo começou a reclamar, perguntando como alguém conseguia viver daquele jeito, mas considerando que era muito mais do que tínhamos ou do que teríamos acesso por muito tempo, fiquei feliz e agradeci por tudo antes de Marie voltar para a cozinha.

Anthony foi primeiro, ainda reclamando da falta de banheira e saís de banho, que sempre faziam maravilhas para a pele e para o humor dele. Deixando ele tomar o longo banho dele, fique aproveitando o tempo para já tirar as folhas e tudo o que tinha preso no meu cabelo, tentando não pensar muito no que poderia estar escrito no jornal. Ficar imaginando só me faria ficar ainda mais ansiosa.

Quando Anthony finalmente acabou, eu já tinha tirado tudo e desembaraçado completamente o meu cabelo, então logo entrei no banheiro e deixei minhas coisas no canto, me certificando de trancar a porta antes de começar a tomar meu banho. Logo tirei Erick, Naomi, Minun, Zigzagoon e Chinchou de suas pokeballs, dividindo a banho com eles, já que eles também mereciam relaxar um pouco. Decidi só explicar que estávamos na igreja e que tinham nos deixado descansar um pouco lá, escondendo qualquer outro detalhe deles.

Mesmo cansada, Naomi pareceu notar que algo estava errado, que eu não estava falando tudo, mas assim como Erick, que me conhecia o bastante para notar isso também, decidiram ignorar e esperar, já que eles sabiam que se fosse sério, eu falaria tudo. Me senti muito bem depois daquele banho, demorando um pouco mais do que devia, mas no fim, estava me sentindo como não me sentia a muito tempo.

Sempre achei chato secar meu cabelo só com a toalha, mas secar uma Absol e uma Zigzagoon fazia isso parecer um tarefa muito simples. O pelo delas era denso, então depois de um tempo, tive que recorrer a Torchic e seu corpo muito quente para acabar logo com aquele trabalho. Ela não ficou muito feliz em ficar perto de duas pokemon pingando de tão molhadas, mas quando mostrei que ainda estava com as flores dela e quando ela viu que pouco a pouco, as duas começavam a ficar sequinhas.

Depois do banho Naomi voltou a dormir e tirando o fato de eu ter que ficar alguns minutos esperando que Chinchou terminasse de brincar com a pouca água que sobrou no chão do banheiro, consegui guardar quase todos em suas pokeballs e terminei de me vestir. Minhas roupas não estavam muito limpas, mas por falta de opção, as coloquei como estavam.

Erick decidiu ficar no meu ombro querendo saber mais sobre o que estava acontecendo, então saímos do banheiros juntos, com ele ainda um pouco mal humorado por ter ficado tanto tempo na pokeball. Eu sai um pouco temerosa, imaginando quanto tempo ainda tínhamos antes dos cadetes descobrirem de novo que estávamos usando a igreja de esconderijo....

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Alice em Ter 24 Fev 2015, 13:27

Lucia saía do banho e voltava para a cozinha ao lado de Anthony. A sensação da pele limpa era muito agradável, porém a roupa ainda suja abafava um pouco a sensação do banho. Erick mantinha-se no ombro da exilada, observando a igreja e estranhando a ausência do padre quando chegaram na cozinha.

Quando viu Lucia e Anthony chegando, Marie os convidou para se sentarem à mesa. Sobre a toalha branca, o almoço já estava servido. A refeição era simples, composta basicamente de salada verde, arroz branco e carne de panela com molho. Apesar da simplicidade, a refeição era saborosa. Um copo de suco natural de Pecha Berry era oferecido e o gosto doce natural da fruta era muito bem-vindo para acompanhar a refeição.

Após o almoço tranquilo e silencioso, Marie se ergueu e pegou um jornal de uma gaveta, entregando-o para Lucia. A exilada sentiu seu coração apertar e, relutante, começou a folhear as páginas finas e cinzentas. Reportagens aleatórias sobre esportes, sobre os ministros, reformas e greves eram passadas sem receber grande importância, porém quando chegou na coluna policial Lucia sentiu o chão escapar de seus pés.

A página cinzenta, com fotos de uma casa arrombada, noticiava um assalto com homicídio em uma residência de Grung. Segundo a reportagem, nem mesmo o filho de somente três anos fora poupado. Os corpos estavam ainda na pericia para maiores investigações, tentando descobrir o que acontecera com a família, contudo, segundo fontes confiáveis, a maior suspeita do crime era a exilada Lucia Percival, cujas digitais foram encontradas na residência. As semelhanças do crime com o ainda não solucionado homicídio dos pais da suspeita coloca a exilada como principal suspeita novamente da morte de seus próprios pais.

Ao final da reportagem, que trazia também uma foto de Lucia, havia um resumo sobre outros crimes com os quais ela estaria associada. O jornal também relatava a presença de Ângela nesse ato. Segundo as linhas, ela, Lucia e Anthony teriam invadido e matado a todos, roubado itens de valor e fugido. A ex-cadete fora capturada na fuga e aguardava sua transferência para Nyender.

Lucia deixava o jornal cair sobre a mesa, ainda tentando entender o significado de tudo o que lera e, também, como suas digitais e fios de cabelo poderiam estar em uma cena criminosa que nunca vira na vida...


off: já adicionei 1 rota ao egg que tinha faltado =)

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Moon_fire em Ter 24 Fev 2015, 19:29

off: \o/ mais um poke nível 1 a caminho XD



Com Erick se mantendo atento a todos os detalhes e acontecimentos, provavelmente tentando descobrir o que tinha acontecido no tempo em que ficou em sua pokeball, voltei para a cozinha, imaginando quantos tipos de cremes diferentes ele tinha passado para estar cheirando tanto a frutas e flores.... O cheiro quase me deixou enjoada, mas assim que sentimos o cheiro da comida, já me senti melhor.

Nos sentamos na mesa assim que Marie nos viu e chamou para sentar. Erick foi para perto de Natu e Pichu, então na mesa só ficamos eu, Anthony e Marie, mas assim que Anthony começou a comer do jeito "educado e calmo" dele, senti vontade de ficar com os pokemon ou simplesmente fazer ele sumir. A comida estava ótima, ainda mais depois de dias só comendo frutas, então mesmo um pouco sem jeito por causa de Anthony e por ainda estar ali colocando todos em risco, decidi repetir o prato.

Depois do almoço, ajudei a tirar as coisas da mesa, imaginando quanto tempo ainda ficaria sem saber o que tinham publicado no jornal, Marie finalmente acabou com o mistério, me entregando o jornal que estava guardado em uma gaveta. Minhas mãos tremiam de tanto que eu estava ansiosa para descobrir o que estava acontecendo, então conforme ia vendo matérias chatas ou que não tinham importância, fui folheando o jornal com mais velocidade.

Erick quase me fez cair da cadeira quando voltou para o meu ombro, mas logo consegui voltar a sentar direito e depois de mais algumas páginas, cheguei na única área onde eu poderia estar aparecendo, a caluna policial. A matéria principal falava de um assalto brutal que havia acontecido em Grung, que eu comecei a ler mais por curiosidade, imaginando que a matéria que falava sobre estaria depois dessa.

Tinha sido um assalto horrível, me fazendo lembrar muito do dia em que minha própria casa havia sido atacada, mas quase esqueci disso quando vi quem eram os principais suspeitos de terem feito tudo aquilo. Tive que reler essa parte umas três vezes para realmente acreditar. Quando terminei de ler, não conseguindo ler os outros crimes que me acusaram, soltei o jornal e fiquei olhando para as minhas próprias mãos.

E não sabia o que fazer, não sabia o que pensar..... me acusarem de vários crimes era algo que eu já estava começando a me acostumar, mas como poderiam ter achado minhas impressões digitais e cabelo na cena de crime, sendo que nem na cidade eu estava. Ângela estava presa esse tempo todo também, então isso só tornava tudo ainda mais irreal.

- Mas....como pode? Eu...nós...., isso é impossível! - Falei pegando o jornal de novo, querendo reler a matéria e ver do que mais eles estavam me acusando. Minha mente rodava pensando em todas as possibilidades para tornar aquilo possível, chegando as conclusões mais absurdas enquanto eu lia tudo novamente.

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Alice em Sab 28 Fev 2015, 10:19

off: sorry a demora =x


O choque ao ler a reportagem desnorteara Lucia de tal forma que a exilada tremia sem nem ao menos saber se era de medo ou raiva. As acusações eram surreais, tanto quanto o fato de terem encontrado provas de que era ela a assaltante. Para piorar, agora estava na cidade e sendo previamente caçada. Alguém teria planejado isso e usado Katarina para atraí-la até Grung no período "correto". Mas, se fosse isso, quem teria o poder para usar Katarina de tal forma?

- Criança, você deve entender que o mal está escondido em todos os lugares, inclusive onde deveria reinar a justiça. - As palavras de Marie eram misteriosas e pareciam ter muito escondido em seu interior.

Após reler a reportagem até os fatos mais importantes estarem gravados em sua memória, Lucia deixou o jornal sobre a mesa. O olhar vazio e fixo no nada enquanto a mente tentava processar as poucas horas desde que chegara em Grung: o padre havia morrido para lhe ajudar a fugir, Marie parecia saber mais do que realmente falava sobre o episódio, tinha somente 3 dias para salvar Ângela que, aparentemente, estava sendo super vigiada após o crime, estava sendo caçada por um crime que não cometera mas que carregava provas contra si...

Natu, pressentindo a confusão da ex-gladiadora, bateu asas e pousou no ombro da mesma, encostando a cabeça na bochecha da mulher. Anthony terminava de ler a reportagem e começava a ter um ataque nervoso, acusando Lucia de ter destruído a carreira dele e de ainda ter implantado provas contra ele no assalto, aparentemente sem se ligar no dia do crime...

- Descanse um pouco criança. Você vai precisar de força e de foco para suportar o que vão lançar sobre seus ombros. O mal quer te usar de ferramenta e sem a justiça do seu lado, você terá que lutar por muitos. - Marie encerrava, levando os pratos sujos até a pia da cozinha e começando a lavar a louça.

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Moon_fire em Dom 01 Mar 2015, 17:58

off: sem problemas ^^



Minha mãos estavam tremendo tanto que era preciso fazer um pouco de esforço para conseguir ler o jornal, mas ainda assim li e reli aquela matéria até quase ter decorado tudo. Assim que coloquei o jornal de lado, ainda não conseguindo acreditar ou entender direito o que estava acontecendo, Anthony o pegou para ler, mas nem me importei. Ele descobrir e começar a fazer a maior cena era a menor das minhas preocupações.

Sem o jornal em mãos fiquei olhando para as pontas dos meus dedos, especialmente para as minha digitais. As cicatrizes estavam bem avermelhadas naquele momento, mas nem me importei, só queria saber como ou porque de tudo aquilo. Demorei um pouquinho para calcular, mas o mais assustador de tudo aquilo era que se eu não tivesse passado na casa de Minerva ou não tivesse me perdido tantas vezes na floresta, eu teria chegado em Grung bem no dia dos assassinatos ou até mesmo um pouco antes.

Mentalmente eu revi a conversa que tive com Katarina, tentando me lembrar de tudo o que ela tinha dito sobre Ângela e qualquer outro detalhe. Me lembrava que ela tinha dito que Ângela tinha sido recentemente recapturada e que em alguns dias seria transferida de volta para Nyender, mas será que era mesmo verdade? Um detalhe que na hora eu quase não dei atenção voltou a minha mente. Ela tinha dito que o contato dela tinha pedido para me deixar em paz... ou seja, segura e bem para chegar aqui em Grung. Será que tudo tinha sido um plano maluco desse informante? O que ele poderia querer?

Quando ouvi Marie falando quase levei um susto, já que naquele momento eu estava imaginando o que mais de ruim poderia acontecer. O que ela disse não ajudou a melhor a situação em que eu provavelmente estava, mas me fez parar de pensar em algum gangster poderoso querendo algum jeito de passar a culpa de seus crimes para outros. Será que os cadetes estavam por trás até mesmo dessa confusão?

Eu não conseguia entender. Já sabia que os cadetes não eram os mais honestos ou confiáveis do mundo, mas o que eles poderiam ganhar jogando toda essa culpa em mim, ainda garantindo que eu estaria por perto para receber a culpa? Poderia ter sido uma simples desculpa para não terem que admitir um erro deles ou a completa falta de pista, mas fazer isso com tanto planejamento e cuidado com os detalhes? Era muito estranho....

Natu também conseguiu me assustar um pouco pousando no meu ombro quando eu não esperava. Ainda com a cabeça completamente preenchida com duvidas e algumas teorias bem confusas, fiz um cafuné no Natu para agradecer não só por ele se preocupar, mas por aparentemente me perdoar por toda a confusão e morte que eu havia levado para a igreja. Naquele momento Anthony finalmente terminava de entender a noticia e começava a reclamar com o que eu tinha feito com ele, mas me fingi de surda. Não estava com cabeça para discutir e com Natu bem no meu ombro, achei melhor não gritar para que Anthony parasse de ser tão ...... ele.

- Obrigada. - Falei já imaginando que não adiantaria nada perguntar se ela realmente achava seguro eu ficar ali tanto tempo, ainda mais depois de tudo o que aconteceu depois de eu ter ficado só uma noite ali. Conhecendo um pouco aquele lugar, fui até o sofá para continuar a pensar no que poderia fazer e ignorar tudo o que Anthony estava falando. Erick veio logo depois, mas isso não ajudou muito, pois não conseguia nem pensar que TMs ensinar para os meus pokemon, muito menos em algum jeito de conseguir ajudar Ângela e fugir daquela confusão com vida.

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Alice em Ter 03 Mar 2015, 12:58

A mente de Lucia se perdia em um turbilhão de informações e teorias conflitantes. Relembrando a conversa com Katarina, tentando descobrir o que um gangster ganharia colocando a culpa nela ou o que os cadetes conseguiriam a incriminando, a morena se afastava do mundo ao seu redor. Saber que quem planejou tudo quase acertara o dia em que ela chegaria na cidade não ajudava em nada. Seja lá quem arquitetou o plano, era perigoso e ardiloso, sendo capaz de usar e controlar até mesmo Katarina.

Marie terminava de lavar a louça enquanto Anthony ainda protestava em voz alta, reclamando de tudo o que estava acontecendo e colocando a culpa em Lucia. Porém nada disso era ouvido pela exilada. Erick subiu no sofá, sentando-se ao lado da morena e a mirando com preocupação. O olhar vazio e perdido não seriam úteis se pretendiam sair de Grung juntos, vivos e com Ângela a salvo.

- Eu estarei na igreja, preparando-a para o culto da tarde. Uma flor muito especial floresceu hoje, a flor de Cresselia. É um bom dia para rezar pelos mortos. Se quiserem assistir ao culto ou ajudar, serão bem-vindos.

Após explicar sobre a flor de Cresselia, que floresce somente 1x ao ano e ninguém sabe o dia exato, Marie disse que eles podiam se sentir a vontade na casa e recomendou que orassem pedindo por ajuda à Arceus. Depois, a Seguidora se retirou da casa, voltando para a igreja e a arrumando para o culto das 15h, que não demoraria a começar.

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Moon_fire em Seg 09 Mar 2015, 18:17

off: sorry o post fraco =/



Ainda estava tentando entender tudo o que estava acontecendo e o que faria, então quando Marie falou que ia arrumar a igreja para o culto, eu demorei um pouco para responder e para entender que hoje era um dia especial e único, quando a tal flor de Cresselia estava florescendo. Minha mente estava tão confusa que eu não lembrava e muito menos registrei o que era essa tal flor e eu fique apenas concordando enquanto Marie falava e voltava para a igreja.

- Só vou começar a te responder quando você lembrar que ontem a gente estava na floresta e não aqui, então não tem como eu ter feito nada disso. - Respondi depois de um tempo, quando a voz de Anthony começou a me incomodar de verdade. Erick continuava do meu lado, me olhando, esperando que eu fizesse alguma coisa, mas sinceramente eu estava sem ideias. Um duvida incomoda surgia em minha mente e era que se tudo tinha sido planejado desse jeito, será que realmente era certo ir salvar Ângela? Isso se ela realmente estivesse viva.....

Sem saber direito o que pensar, decidi ao menos me preparar, começando com novos ataques para alguns dos meus pokemon. Para a Zigzagoon ensinei Ice Beam e Iron Tail, depois retornei ela para a pokeball, ensinei Toxic para Gligar e Swords Dance para a Torchic. Com isso feito e depois de guardar todos em suas pokeballs e deixar Erick para ficar de olho no Anthony, voltei para o banheiro para tentar arrumar meu cabelo e minhas roupas para tentar me disfarçar um pouco e não ficar tão evidente que era eu quando fosse na igreja e depois voltasse para as ruas,

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Alice em Dom 15 Mar 2015, 13:35

Após ensinar alguns ataques para seus Pokémons, Lucia foi para o banheiro tentar arrumar o cabelo e se mostrar um pouco mais apresentável. Por um instante as pernas fraquejaram e, sozinha, a morena se ajoelhou no chão, apoiando a cabeça sobre a pia do banheiro. O som da água correndo de forma rítmica e o som dos sinos convidando a todos para o culto invadindo sua mente, mas aparentando estarem bem mais distantes do que realmente estavam.

Após se considerar pronta, a exilada entrou atrasada para o culto, acompanhada de Anthony e Erick. Sentados mais ao fundo, o grupo não chamava a atenção e durante 1 hora eles assistiram ao culto especial, onde uma flor diferente reinava sobre a mesa em frente de Marie. As pétalas de um tom branco com lilás chamavam a atenção e pareciam brilhar sob as luzes da igreja, criando um ambiente mágico. Enquanto Marie rezava pelos mortos, pedindo paz e iluminação para eles, Lucia pedia para que Arceus lhe indicasse o que fazer.

Infelizmente, após o culto, a morena ainda não obtivera sua resposta. Arceus não lhe disse se deveria se arriscar e soltar Ângela, nem mesmo se ela ainda estava viva ou se tudo era uma armadilha. Sem resposta alguma, a ex-gladiadora ficava parada observando a imagem do sagrado pokémon, tentando entender como os Seguidores obtinham suas respostas.


ficha sendo atualizada

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Conta Fundadora em Dom 15 Mar 2015, 13:35

O membro 'Alice' realizou a seguinte ação: Lançar dados

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Moon_fire em Dom 15 Mar 2015, 22:55

off: *.* agora quero um Houndoom @w@



Um pouco mais calma e com um penteado um pouco incômodo, mas que pelo menos cobria parte do meu rosto, sai do banheiro com o couro cabeludo um pouco dolorido depois dos vários penteados diferentes que fiquei experimentando. Anthony estava no mesmo lugar que antes, agora arrumando alguns fios de cabelo rebelde, enquanto Erick estava com Pichu e Natu, mas logo veio para o meu ombro.

Acabei perdendo mais alguns minutos com Anthony reclamando que não queria a ir em uma coisa tão "inútil e entediante", mas como ele não conseguiu me convencer a ir para a Delegacia como opção ou simplesmente ficar ali, e como ele não iria me deixar simplesmente abandonar ele ali, logo fomos para a igreja. Com o coração acelerado de medo de ser reconhecida no meio de tantas pessoas, consegui convencer Anthony a ficar em um canto bem afastado, onde ficamos assistindo com Erick ainda em cima do meu ombro.

De forma discreta, consegui tirar Naomi de sua pokeball e ajeitá-la junto com a gente. Ela ainda parecia cansada e ter outra pokemon além de Erick ali me fazia temer um pouco mais chamar atenção, mas como ela era inicial de seguidores de Arceus e como eu sabia que ela não iria querer perder essa oportunidade, aceitei os riscos. Felizmente Anthony ficou em silêncio, então pudemos ficar ali apenas acompanhando o culto.

A flor banhada pelas luzes dos vitrais da igreja era linda demais, o que quase me fazia soltar Torchic também, só a mantendo na pokeball por imaginar que uma Torchic saindo correndo para pegar a flor com certeza chamaria toda a atenção e nos colocaria em uma encrenca gigantesca. Em um certo momento percebi que Naomi estava me encarando e só depois dela apontar para outras pessoas que estavam ali foi que eu percebi que ela queria que eu pegasse o Livro Sagrado de Arceus e logo eu o peguei sem saber bem o porque, mas foi o bastante para ela parar de me olhar daquele jeito.

O culto logo chegava ao fim, o que fez Anthony se esticar e agradecer por finalmente ter acabado, mas em vez de seguir o que ele queria e sair logo dali, eu o puxei mais para um canto mais afastado, para esperar que todos saíssem sem nos notar. Naomi continuava ao nosso lado e enquanto esperávamos, ficamos olhando para a imagem principal, o vitral mostrando Arceus.

Ele podia ser lindo e impressionante de se olhar, mas não me ajudava em nada a encontrar as respostas que eu procurava. Parte de mim achava que era por não ser uma seguidora e por nunca realmente acreditar que Arceus era mais do que um lendário poderoso extinto durante a grande guerra, mas me concentrei mais em pensar no que eu poderia fazer agora.

A duvida continuava sem solução em minha mente e logo eu vi que era impossível descobrir quem estava por traz de tudo só com o que eu sabia e muito menos saber o que era verdade ou invenção. Eu só podia imaginar, então fiquei pensando no que me deixaria mais arrependida, sofrer as consequências de cair em uma armadilha só para descobrir que Ângela estava morta, ou fugir em segurança, abandonando ela sem talvez nunca descobrir a verdade...

Pensar assim fez a resposta parecer clara demais. Passando a mão de leve no pelo de Naomi, decidi que eu me arriscaria na única chance de libertar Ângela e talvez ainda conseguir uma ou outra resposta para tudo o que estava acontecendo. Agora só restava saber como eu faria isso, ainda mais lembrando que provavelmente, já estavam preparados para a minha aparição e tentativas de resgate....

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Alice em Qua 18 Mar 2015, 14:01

Mega Houndoom é legal @W@


Desviando o olhar da imagem de Arceus, Lucia deixou os pelos correrem pelas costas brancas de Naomi, enquanto refletia sobre o próximo passo. Após colocar as duas opções de forma reduzida uma ao lado da outra, a resposta parecia óbvia até demais e a Exilada se decidia por ajudar a cadete que outrora lhe ajudou. Agora seu grande era problema era decidir como fazer isso, sendo que provavelmente já era esperada pelos cadetes.

Marie deixava a igreja após arrumar tudo, chamando por Lucia para retornarem à casa. De volta a residência e ainda carregando o livro Sagrado de Arceus, a ex-Gladiadora entrou na residência encontra Pichu atirado no sofá, dormindo confortavelmente e, apesar de tão pequeno, ocupando quase tudo. Foi com alivio que a morena soltou o cabelo, sentido os fios relaxarem e pararem de puxar.

- Encontrou seu caminho? - Marie perguntava já sabendo a resposta.

Anthony sentava-se ao lado de Lucia, respondendo que a resposta era óbvia: o caminho de Lucia era direto para a Delegacia local. Contudo tanto a Seguidora quanto a Exilada o ignoraram. O relógio indicava que já eram 16:30 e Lucia percebia que passara praticamente um dia inteiro somente pensando no que fazer e o tempo agora era mais curto. Tinha que se preparar em menos tempo e resgatar Ângela (supondo que estivesse viva) antes ou no máximo durante a transferência para Nyender, pois do contrário não teria outra chance.

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Moon_fire em Qui 19 Mar 2015, 22:46

off: sim @w@ ainda mais shiny \o/



Ainda tentando imaginar quando e como seria o melhor jeito de chegar na delegacia para descobrir se Ângela realmente estava lá e se estivesse, achar um jeito de ajudá-la, deixei Naomi fora de sua pokeball para aproveitar o que talvez fosse nossa ultima visita a uma igreja de Arceus. Anthony já tinha voltado a sentar, cansado de ficar ali e querendo ir de uma vez para a delegacia quando Marie terminou e voltamos para a casa que agora era dela.

Quando entramos logo percebi que Pichu já estava se sentindo em casa, ocupando o sofá inteiro enquanto tirava o seu cochilo, que eu já imaginava que se tornaria um cochilo diário durante a tarde. Não querendo incomodar ele, me sentei em uma das cadeiras perto da mesa e Anthony logo se sentou do meu lado, com um "bom humor" impressionante, ele continuou falando de irmos logo para a delegacia e por mais estranho que parecesse, dessa vez seria exatamente isso que faríamos depois.

- Espero que sim... Você poderia cuidar da Naomi? Ela ainda não se recuperou totalmente da batalha contra o giratinista. - Perguntei olhando para Naomi, que estava deitada bem ao lado do sofá onde Pichu estava. Ela ainda parecia cansada, então se Marie pudesse curá-la, nós poderíamos procurar um outro lugar para treinar um pouco os novos ataques e nos prepararmos para ir para a delegacia só no dia que Katarina tinha dito que Ângela seria transferida para Nyender.

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Alice em Seg 23 Mar 2015, 11:08

A Seguidora sorria para Lucia e logo chamava Naomi para receber o tratamento. A pokémon parecia confiar cegamente na mulher, além de demonstrar uma paz e uma felicidade que Lucia nunca vira. Não demorou nem meia hora para que Marie voltasse com a Absol totalmente restaurada. Nesse tempo, Lucia ficou olhando para a parede, porém a mente estava longe pensando nos possíveis planos para salvar Ângela.

Anthony descansava com os pés sobre outra cadeira, Erick subia na mesa e encarava Lucia de perto, tentando tirá-la de seus pensamentos. Contudo a missão não era fácil, uma vez que a exilada se preparava para fazer algo completamente novo e, pela primeira vez, realmente ilegal. A partir de então mereceria o cartaz de procurada.

O primeiro passo era certo: treinar. Para isso precisava de um lugar que não fosse vista e que de preferência não colocasse a vida de Marie em risco. A morena não sabia se aguentaria a morte de um terceiro seguidor que só lhe estendia a mão em auxílio. Possuía dois ou três dias para o treinamento, considerando o atual. No quarto dia, Ângela seria retirada da Delegacia.

Após agradecer e se despedir de Marie, Lucia começou a vagar pelos andares de Grung, encontrando um beco próximo a loja de armas que aparentava não receber muita atenção dos cadetes. Um bom ponto para treinarem sem serem vistos.

Você está no dia 1, 17h.
Ângela será transferida no dia 4, 10h.

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Conta Fundadora em Seg 23 Mar 2015, 11:08

O membro 'Alice' realizou a seguinte ação: Lançar dados

'Páscoa' :

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Moon_fire em Ter 24 Mar 2015, 01:42

off: aumentando a coleção de mega stones @w@
off²: uhuuuu, contagem regressiva \o/
off³: sorry se o post ficou confuso x.x



Para a minha sorte, Marie concordava em cuidar dos ferimentos ainda não cicatrizados de Naomi, que parecia muita confiante e tranquila, quase sorrindo por estar em um lugar tão familiar, onde se sentia praticamente em casa. Eu até sentia um pouco de inveja, pois ela pertencia a igreja e sentiria tão bem sempre que visitássemos alguma e que ela conseguisse me convencer a participar dos cultos, mas eu não tinha um lugar como aquele. Talvez o lugar mais próximo seria o PEVOAK, mas eu não tinha certeza se Aya nos aceitaria agora, depois de tudo......

Como eu estava começando a me sentir um pouco mal, tentei mudar meus pensamentos para tentar ao menos começar a planejar como faríamos no dia em que estava marcado a transferência de Ângela. Lembrar que aquela era uma cidade muito grande e confusa por causa do vários nadares, escadas-rolantes, pontes e elevadores me dava esperanças que a fuga seria possível se fizéssemos como da ultima vez, mas dessa vez sem mortes...

Torcendo para só isso bastar como plano de fuga, comecei a pensar em como resgatar Ângela e poder realmente seguir o plano de fuga. A ideia que mais me agradava era uma divisão de forças, com um lado atacando e chamando o máximo de atenção possível antes de ter que sair correndo, para que a outra equipe possa surgir, tirar Ângela da viatura e fugir o mais rápido possível, reencontrando a outra equipe e partindo logo de Grung. Era algo um tanto arriscado, já que várias coisas poderiam dar errado, como as duas equipes não se reencontrarem ou serem massacrados por ter só metade do nosso poder total, mas infelizmente, essa era a melhor ideia que eu tinha tido até aquele momento, o que me fazia ver que realmente precisávamos treinar.

Quando Naomi voltou parecendo estar completamente recuperada e ainda com seu bom humor, agradeci Marie por tudo e sai com Anthony e um Erick estranhamente mau humorado, como se tivesse sido ignorado ou como se eu tivesse esquecendo de algo que havia prometido para ele. Era impossível dizer, ainda mais com Anthony de cinco em cinco minutos falando para irmos logo para a delegacia e eu procurando um lugar para treinar, ao mesmo tempo que me mantinha atenta a qualquer cadete.

Quase sendo atropelada por Anthony, parei diante do que parecia o melhor lugar para fazer nosso treinamento, talvez o melhor que eu iria encontrar em uma cidade por muito tempo. Era só um beco esquecido e mal cuidado, que fez Anthony reclamar do mau cheiro, mas por ser tão esquecido e com pouco movimento, seria quase perfeito para nosso treinamento. Mandando Anthony parar de reclamar tanto, tirei Naomi, Zigzagoon e Chinchou das pokeballs.

- Eu sei que é um pouco estranho estarmos aqui, mas em alguns dias vamos ajudar uma grande amiga nossa, então precisamos treinar um pouco! Como precisaremos estar com energia total nesse dia, o treinamento funcionará desse jeito. Erick e Zigzagoon, quero que pratiquem juntos usando Iron tail para atacar e se defender um do outro, apenas esse ataque por enquanto. Naomi, preciso que você ajude o Chinchou. Use seu double team e vá criando cópias para ele destruir com Ice Beam ou Thunderbolte assim que as cópias acabarem, treine também a agilidade dele indo como se fosse atacar, mas não machucando ele..... e Chinchou, pra treinar você vai precisar soltar a minha perna. - Falei esperando que todos tivessem entendido as instruções, mas não ficando muito animada quando Chinchou ficou apenas abraçando a minha perna e depois indo abraçar Naomi. Seria um longo treinamento.....

O treinamento não tinha nem começado quando Anthony entrou no meio, já falando como tudo aquilo era perda de tempo, que deveríamos ir logo para a delegacia resolver todos aqueles mals entendidos para ele voltar logo a ser o maior gladiador de todos e toda a conversa de sempre dele. Isso normalmente não me incomodaria, mas não tínhamos muito tempo, então decidi tentar fazer esse ego dele se tornar algo mais....positivo e útil.

- Nossa. Se tudo isso é medo de ficarmos muito mais fortes que você e vencermos aquela nossa batalha, então tudo bem, pode falar. Não precisa ter vergonha de falar que seus pokemon estão fracos. - Falei debochando dele e torcendo para funcionar o mais próximo possível do que eu tinha imaginado. Felizmente, em pouco tempo Anthony já estava falando que tudo isso era ridículo e que ele me faria engolir aquelas palavras, mostrando que em treinamento ou em qualquer outra coisa, os pokemon de eram superiores, então logo estavam os meus pokemon seguindo minhas instruções e os pokemon dele treinando sozinhos, um neutralizando os ataques do do outro, enquanto Anthony só assistia e arrumava seu visual.

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Alice em Qui 26 Mar 2015, 18:54

Lucia sentia certa inveja de Naomi ao ver como a pokémon se sentia bem dentro de uma igreja enquanto ela não tinha um lugar que lhe despertasse a mesma paz. Contudo a inveja logo era deixada de lado em prol do resgate que lhe exigia atenção. Sua missão não seria fácil e, no primeiro momento, só poderia treinar para estar forte o suficiente para a batalha.

Anthony protestou ao reparar o lugar em que treinariam, porém aquele era o melhor ponto naquele momento para o que precisavam: discreto e longe de olhares cadetes. Os pokémons eram soltos e Chinchou logo abraçava a perna de Lucia, enquanto a exilada explicava sobre o treinamento  e o motivo dele. Os pokémons, diferentemente de Anthony, pareciam entender a importância do dia que se aproximava.

Erick e Zigzagoon logo saltavam, a cauda de cada um dos dois brilhando em prata e as duas se chocando no ar. Ambos eram lançados para trás e logo retornavam a saltar, fazendo uma sequência desse ciclo e sem causar nenhum dano no outro. Os ataques simplesmente se anulando e ambos sempre tentando equiparar a força da técnica para não ferir seu parceiro de treino. Enquanto isso, Naomi mantinha-se sentada atrás de Chinchou, o virando de frente para os clones que criava e estimulando o pequeno a acertá-los com seu Ice Beam e seu Thunderbolt. Lucia não tinha como evitar notar que a pokémon negra perdia mais tempo pedindo atenção ao filhote do que realmente criando clones. Chinchou, por sua vez, parecia não reparar no fedor das poças de água que haviam no beco, querendo pular nelas e sendo impedido por Naomi que criava mais clones.

Anthony, após ser desafiado por Lucia, soltava seus três pokémons e os comandava para um treinamento diferente. Os três contra os três. Sem aliados. Piplup logo usava seu Whirlpool que se fundia ao Gust de Pidgey. Ambos os ataques avançando contra Cubchoo que, em um único sopro, liberava o Ice Beam, congelando no lugar o redemoinho. O trio em seguida ataca a estátua gelada. Pound, Ice Punch e Quick Attack partindo o gelo em diversos fragmentos e todos fugindo dos fragmentos maiores para não se ferirem. O ex-gladiador sorria para Lucia, como se a desafiasse a fazer uma combinação de ataques mais linda que aquela.


Hora da Batalha
Condições da batalha: Beco escuro. Muitas latas de lixo do lado direito e uma escada de incêndio do lado esquerdo. Chão levemente molhado com uma água fétida.

Snivy/Erick - Lv.19 - Trait:Contrary
100%, Status: Normal
Vs.

Zigzagoon - Lv.8 - Trait:Pickup
100%, Status: Normal


Hora da Batalha
Condições da batalha: Beco escuro. Muitas latas de lixo do lado direito e uma escada de incêndio do lado esquerdo. Chão levemente molhado com uma água fétida.

Absol/Naomi - Lv.21 - Trait: Super Luck
100%, Status: +2 evasiva
Vs.

Chinchou - Lv.1 - Trait:Water Absorb
100%, Status: Normal


Hora da Batalha
Condições da batalha: Beco escuro. Muitas latas de lixo do lado direito e uma escada de incêndio do lado esquerdo. Chão levemente molhado com uma água fétida.


Piplup/Kirei Kōtei ♂ - Lv.15 - Trait:Torrent
100%, Status: Normal
Cubchoo/Lord Bear ♂ - Lv.14 - Trait:Snow Cloak
100%, Status: Normal
Vs.
Pidgey/Bādo Kingu ♂ - Lv.16 - Trait:Keen Eye
100%, Status: Normal

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

Mensagem por Moon_fire em Sex 27 Mar 2015, 01:05

Com Anthony "supervisionando" o treinamento de seus pokemon e quase todos entenderem pra que treinaríamos tanto em um lugar tão desagradável, pude me concentrar em ver onde poderia melhorar o treinamento e talvez até ordenar alguns ataques diferentes. Erick e Zigzagoon começaram com Iron tail, fazendo o que lembrava uma disputa de espadas, inclusive no som que fazia quando os golpes se encontravam.

Naomi estava tendo um pouco mais de problemas, já que assim que conseguiu fazer com que Chichou parasse de abraçá-la, ela começou a ter que impedir o Chinchou de ir pulando nas poças de água, que pareciam ser a coisas mais fedorentas naquele lugar. Os clones de Naomi estavam prontos e perfeitos, mas Chinchou nem tentava usar seu ataque, simplesmente rindo e fazendo de tudo para chegar em uma das poças. Achei melhor começar tentando focar ele em seguir o treinamento....

- Chinchou vem aqui um pouquinho. - Falei desviando de Erick e indo para o lado onde Naomi estava bloqueando uma das poças com seus clones e peguei Chinchou em meus braços. - Chinchou olha ali. Todos estão treinando e se divertindo com isso. Eu sei que você quer muito nadar, mas primeiro treine um pouco. Use seu Ice beam e Thunderbolt para ir destruindo as copias da Naomi. Quando você acabar eu prometo que você vai poder brincar bastante e eu até deixo você jogar ainda mais água aqui, tudo bem? - Pedi mostrando os pokemon de Anthony e depois Erick e Zigzagoon treinando. Ele parecia ter prestado bastante atenção e até concordou comigo, mas era difícil saber se ele conseguiria seguir o treinamento.

No momento em que coloquei Chinchou de volta no chão e me afastei para eles continuarem com o treinamento, os pokemon de Anthony fizeram uma bela combinação de ataques, jogando gelo para todos os lados, fazendo com que Anthony se sentisse superior e me desfiasse a fazer melhor. No começo só senti vontade de rir, já que ele não podia se exibir por algo que seus pokemon tinham feito sozinhos, mas logo tive vontade de fazer algo que fosse mais atraente e bem trabalhado que aquela combinação de gelo......

- Ótimo, a mira do Iron tail esta ótima, mas agora vamos trabalhar um outro aspecto que cedo ou tarde, vamos aplicar a todos os outros ataques, então parem um pouco e prestem atenção. - Falei chamando Erick e Zigzagoon, um pouco depois deles usarem uma ultima vez o Iron tail. - Todos os ataques podem ser usados de forma ofensiva, que é o que vocês estão fazendo agora, mas eu quero treinar uma maneira para vocês usarem esse ataque para se defenderem também. Erick já sabe um pouco sobre isso, então você vai lançar Leech Seed para Zigzagoon repelir com Iron tail. - Conclui voltando a dar espaço para eles e deixando a ideia de fazer alguma combinação interessante para quando Chinchou estivesse participando mais do treinamento.

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Re: Feeling Armagedon, o retorno a Grung!

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